Com uma mudança na configuração dos roteadores, hackers conseguem ter acesso à senha e a outras informações sigilosas.

Roteadores são aparelhos que encaminham pacotes de dados entre a redes de computadores. Em termos menos técnicos, eles são responsáveis pelo nosso acesso à internet. Como qualquer dispositivo que acessa uma rede, também demandam certas medidas de segurança para evitar ataques. Um roteador desprotegido pode resultar até em roubo de dados bancários.  

A Avast, uma das maiores desenvolvedoras de softwares antivírus do mundo, revelou a ação de dois ataques hackers no Brasil. Só no primeiro semestre de 2019, eles foram responsáveis pela adulteração de 180 mil equipamentos no país. Com a mudança na configuração, os criminosos conseguem ter acesso à senha e a outras informações sigilosas. 

 

Entenda o ataque 

A invasão age através da adulteração de páginas de destino. Quando você clica em uma url ou uma peça com link, você é redirecionado para um site clonado. Os códigos criados pelos hackers se aproveitam de vulnerabilidades de roteadores residenciais. Geralmente, eles utilizam da senha de fábrica e substituem a configuração automática.  

Ao clicar na página, os códigos adulteram a configuração do roteador através do próprio navegador. Todo o roubo acontece através do aparelho e nenhuma alteração acontece diretamente no computador ou celular. Por isso, a ação gera pouca desconfiança, já que nenhum software é instalado, nem páginas de clickbaits aparecem na tela. 

Caso a adulteração seja realizada com sucesso, o Domain Name System (DNS) que controla seu acesso à internet será de propriedade dos hackers. O DNS é um sistema que relaciona o “nome” do site (exemplo: cittatelecom.com.br) ao endereço IP. Com isso, eles podem atribuir um endereço nominal a qualquer outro número de IP. 

Assim, ao clicar em um link, mesmo que o endereço esteja escrito corretamente, você será direcionado para uma página falsa. Esse ataque acontece, na maioria das vezes, nos sites de bancos. A interface é clonada na sua integralidade, justamente, para não levantar mais suspeitas. No entanto, os esquemas de segurança estão todos burlados para que eles tenham acesso às suas senhas. 

De acordo com a Avast, estes são os modelos de roteadores que mais sofrem da ação de hackers: TP-Link TL-WR340G / WR1043ND; D-Link DSL-2740R / DIR 905L; A-Link WL54AP3 / WL54AP2; Medialink MWN-WAPR300; Motorola SBG6580; Realtron; GWR-120; Secutech RiS-11; RiS-22 / RiS-33. 

 

Roteadores: como proteger o seu?* 

Se você tem algum desses modelos em casa, fique atento. Alguns procedimentos básicos já reforçam a segurança. O primeiro deles é manter o firmware atualizado. 

Assim como nossos celulares e computadores, os roteadores também têm updates nos sistemas operacionais. São nessas atualizações que os mecanismos de segurança são reforçados e erros e vulnerabilidades são corrigidos. Caso seu dispositivo não te notifique de novas versões dos softwares, acesse o site da marca e busque pela atualização do seu dispositivo. 

Se você divide a internet com outras residências ou distribui a senha quando recebe visitas, o ideal é que você tenha duas redes. Afinal, você pode não ter controle sobre as atividades destas outras pessoas na internet. Com isso, você isola a rede principal, fortalecendo a segurança da sua navegação. 

Essa opção de rede para convidados existe apenas nos roteadores atuais. E é justamente esta a próxima dica. Opte por comprar os dispositivos mais modernos. Assim como celulares e computadores, eles também se tornam obsoletos à medida que novos modelos surgem. Logo, param de receber atualização, estando, assim, mais sujeitos a vulnerabilidades. 

Por último e não menos simples: fortaleça sua senha! Em muitos casos, os hackers nem se dão muito trabalho. Existem usuários que permanecem com as chaves de fábrica ou optam por códigos simples, como “12345”. Por isso, utilize senha com letras, números e caracteres especiais, que não possam se relacionar a eventos fáceis da sua vida, como aniversários e nomes de filhos. Alterar constantemente também é um reforço.  

Caso você tenha alguma desconfiança de adulteração no seu roteador, o próprio Avast disponibiliza um recurso para detectar invasões e movimentações suspeitas no seu aparelho. O “Wi-Fi Inspector” está disponível na versão gratuita do antivírus. 

 

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*com informações do TechTudo

Projeto Loon: uma iniciativa de democratização de acesso à internet!

Projeto Loon: uma iniciativa de democratização de acesso à internet! Seu lazer, seus projetos e até o pagamento das suas contas, hoje, dependem diretamente de uma boa internet. Você sabe o caos que sua vida se transforma quando fica sem conexão por algumas horas. Pois saiba que essa ainda é a realidade permanente de diversas nações ao redor do mundo. 

Alguns países têm suas conexões limitadas devido à censura de regimes ditatoriais, a exemplo da Coreia do Norte, onde todos os endereços estão sob o controle do governo e apenas 4% da população têm acesso à internet. No entanto, existem locais do mundo com acesso restrito devido a questões logísticas, como inviabilidade da construção de torres e antenas. É nesses locais que o Projeto Loon quer impactar! 

 

Projeto Loon: o que é? 

O Projeto Loon é uma iniciativa de pesquisa e desenvolvimento para levar internet até áreas rurais e remotas. Isto é possível graças ao lançamento de balões de plástico. Eles são alçados a uma altitude de 20 km, são empurrados pelo vento e podem ficar flutuando pelo ar por até 100 dias. O objetivo é criar uma rede sem fio com velocidade de 4G.  

A troca de informações entre os balões cria uma rede capaz de gerar conexão para a superfície. Sem fios, os balões contam com um sistema capaz de se detectarem e, assim, se conectarem. Os estudos do Projeto Loon começaram em 2011, mas foi em 2018 que os objetos atingiram cobertura de uma distância de mil quilômetros. 

Os balões vivem em movimento constante e funcionam de forma autônoma. Apesar de contar com a supervisão de operadores, o sistema utiliza de inteligência artificial para os upgrades. Mesmo com o tamanho elevado – cerca de 20 metros, os balões não oferecem perigo, já que voam a altitude maior que a de aviões e pássaros. Eles carregam equipamentos de rede móvel que são alimentados por energia solar. O projeto foi pensado para funcionar de forma semelhante às torres. 

Além de democratizar o acesso à internet, o Projeto Loon já se mostrou um aliado em situações de emergência. Durante a crise causada pelo Furacão Maria, que devastou o Porto Rico, em 2017, o país perdeu parte da infraestrutura de telecomunicação. Graças aos balões, diversas regiões não ficaram incomunicáveis e puderam receber apoio e mobilização do mundo inteiro. Cerca de 100 mil pessoas conseguiram se conectar pelo serviço. 

O Projeto Loon é desenvolvido pela Alphabet, o grupo de empresas mais poderoso do mundo. Para quem não sabe, este conglomerado abrange o Google e o YouTube. Os balões criados para a iniciativa foram produzidos em parceria com a Força Aérea norte-americana. 

Apesar de os benefícios serem evidentes, as operadoras de telecomunicação ainda descredibilizam o projeto. Elas alegam que os balões não oferecem uma estrutura que proporcione lucro. A principal alegação destas empresas é justamente o fato de que os balões duram apenas 100 dias, além de estarem sucintos a ventos que causam instabilidade na conexão. 

 

Projeto Loon: já está funcionando?

O Brasil já foi palco de testes do Projeto Loon. Em 2013, balões foram soltos nas cidades de Teresina e Campo Maior, localizadas no Piauí. A escolha se deu pelos baixos índices de conexão apresentados pela região Nordeste. Segundo pesquisa divulgada em 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, apenas 28 milhões de nordestinos estão conectados; metade dos usuários da região Sudeste. 

Em julho, o Projeto Loon recebe o primeiro teste comercial. Em parceria com a Telkom Kenya, uma provedora de telecomunicações integrada no Quênia, os balões vão levar internet a vilas localizadas em montanhas do país africano. Os habitantes terão à disposição serviço de 4G com preço de mercado por tempo indeterminado.

 

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O principal objetivo é desenvolver uma cultura de esperteza e agilidade virtual ainda na infância, principalmente, quando se trata de segurança online.

“Interland”: combate à desinformação precisa ser trabalhado desde a infância! Nos dois últimos anos, um fenômeno advindo da internet e das redes sociais tomou o centro das discussões e foi motivo de mobilização dos mais diferentes setores da sociedade: as fake news. A disseminação de notícias falsas tem consequências que chegam a ser fatais. Somos uma população com intimidade recente com smartphones e precisamos pensar em formas de fazer com que as próximas gerações sejam menos suscetíveis a factóides. 

Pensando nisso, o Google desenvolveu o projeto “Interland: Seja Incrível na Internet”. A iniciativa é um game voltado para crianças de sete até 12 anos. O principal objetivo é desenvolver uma cultura de esperteza e agilidade virtual ainda na infância, principalmente, quando se trata de segurança online. Com projeto gráfico simples e interface visual atrativa, o jogo visa otimizar a tomada de decisão online nos pequenos. 

 

Interland: como funciona?

O projeto nasceu nos Estados Unidos sob a alcunha de “Be Internet Awesome”. A plataforma, que conta com 48 páginas que formam uma série audiovisual, foi desenvolvida para que professores e educadoras exibam e discutam com os alunos o conteúdo. O jogo surge envolto do tema da segurança online, porém, neste ano, foi otimizado para contemplar o conceito que eles batizaram de “alfabetização midiática”. 

A nova versão “Interland” tem como um dos principais pilares o desenvolvimento de um pensamento crítico já na infância para que estas crianças aprendam, desde cedo, a detectar golpes e fake news. Entre as inteligências que o programa pretende desenvolver, estão a detecção de manchetes e URLs falsas. 

O “Interland” é dividido em quatro fases distintas que não precisam ser desbloqueadas no decorrer da partida. O jogo começa com o “Reino da Bondade”, que busca combater a ação dos “haters” e espalhar mensagens positivas ao invés dos comentários odiosos que atingem jovens nas redes sociais. Em seguida, vem a fase do “Rio da Realidade”, que precisa ser atravessado sem cair em armadilhas, uma evidente referência às fake news.  

A brincadeira segue com a “Montanha da Consciência”, que pede cautela e checagem para com os conteúdos que compartilhamos e os momentos certos de compartilhá-los. Por fim, o avatar do usuário é guiado pela “Torre do Tesouro”, que induz o usuário a proteger alguns de seus segredos. Apesar do caráter lúdico, o conceito do jogo é brincar com ações corriqueiras do nosso dia a dia e que perpassam pelo nosso comportamento online.  

 

Interland: entenda mais sobre o projeto

Além das questões relacionadas a desinformação ou a algoritmos enganosos, o jogo pretende, em parceria com os educadores, alertar, também, para questões como pedofilia, assédio online, cyberbullying e práticas de violência e automutilação. Os assuntos vieram à tona após a grande popularização da boneca Momo. Em 2019, no Brasil, ela foi centro de uma fake news envolvendo o YouTube, uma das plataformas do Google. 

O “Interland” foi desenvolvido em parceria com diversas instituições especialistas em segurança digital, como o iKeepSafe Coalition, o ConnectSafely e o Family Online Safety Institute. Entre os colaboradores, destacam-se a Net Safety Collaborative e a Young Men’s Christian Association (YMCA). Ambos desenvolvem trabalhos reconhecidos que visam uma atuação em conjunto com a família para alertar aos jovens sobre os riscos do uso errado da internet. 

O “Interland: Seja Incrível na Internet” se junta a outras iniciativas de plataformas famosas no combate das fake news. Em março, o Facebook anunciou a continuidade do apoio ao projeto “Vaza, Falsiane”, um curso online desenvolvido por professores universitários que visa uma melhor compreensão da leitura de notícias. O jogo desenvolvido pelo Google já está disponível no Brasil com versão completa em português. O site pode ser acessado por dispositivos móveis e, também, via desktop. 

 

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O Brasil perde apenas para o Japão no ranking, um país onde os casos de suicídio por estresses trabalhistas são recorrentes. Por essa razão, queremos trazer algumas dicas bem básicas, mas que fazem toda a diferença para uma jornada de trabalho mais leve.

Jornada de trabalho: o lugar onde você passa mais tempo durante o dia não pode ser um local de angústias e perturbações. Segundo um estudo publicado em 2010 pela International Stress Management Association (ISMA), 69% dos profissionais brasileiros são impactados pelo estresse durante o ofício. O Brasil perde apenas para o Japão no ranking, um país onde os casos de suicídio por estresses trabalhistas são recorrentes.  

Se o trabalho dignifica o homem, uma carga horária nociva pode fazer o contrário. Os relacionamentos amorosos e familiares também são prejudicados, fora a saúde física do profissional. Entre 2005 e 2015, os casos de afastamento oriundos de doenças adquiridas na jornada de trabalho tiveram um crescimento de 25%. Os problemas mais comuns são lesão por esforço repetitivo (LER) e depressão. 

Por essa razão, queremos trazer algumas dicas bem básicas, mas que fazem toda a diferença para uma jornada de trabalho mais leve. É claro que existem momentos de exceção onde tudo foge do controle e é evidente que situações imprevisíveis causam esgotamento, mas até mesmo nesses momentos essas dicas podem ser aplicadas. Este artigo foi construído com base nas dicas de Bruce Daisley, psicólogo e neurocientista especializado em ambientes de trabalho. Acompanhe e coloque em prática! 

 

Interaja com seus colegas

De acordo com uma pesquisa do Massachusetts Institute of Technology (MIT) divulgada pela BBC, os escritórios mais criativos são aqueles onde mais se conversam. E por “conversar” não entenda apenas por trocar ideias de trabalho, mas também tirar alguns minutinhos para falar sobre futebol, música, política, família e qualquer outra afinidade que você possa vir a descobrir entre você e seus colegas. 

Além de uma pequena pausa, é importante ter com quem dividir os percalços da vida. E nada melhor do que alguém que, provavelmente, vive os mesmo dilemas que você. Para os empresários, o recomendado é que as empresas instalem uma salinha de café, por exemplo. Um local que influencie encontros rápidos, mas onde existam possibilidades de troca. 

 

Respeite seu horário de almoço

Não interessa se você precisa urgentemente terminar uma demanda. Por mais atrasada que ela esteja, o horário de almoço é um direito seu. Ele existe não apenas para cumprir uma demanda da legislação trabalhista, mas para que você descanse e se alimente. Afinal, é provado cientificamente que o estômago vazio diminui a concentração e afeta a produtividade. 

No entanto, existem pessoas que burlam essa recomendação e almoçam debruçados sobre seus computadores e finalizando algum trabalho. Fora as que escolhem trocar uma refeição completa por biscoitos ou sanduíches. Péssimas escolhas! 

Os lanchinhos, você pode deixar para comer no decorrer da manhã. Eles são importantes, também, para que você não chegue no almoço com uma fome avassaladora e acabe comendo em demasia. Isso também prejudica a continuidade do trabalho e causa sonolências. Mas sob nenhuma circunstância, almoce debruçado sobre a mesa de trabalho. Prejudica a experiência, a digestão e ainda coloca seus materiais de trabalho em risco. 

 

Entre em modo avião

Conversas paralelas, notificações que não param de chegar, gente te procurando para novas demandas… Tudo isso ocorre em um dia normal de trabalho, mas e naquele em que você tem um projeto urgente para entregar? É de tirar do sério. Esse tipo de interrupção em dias de deadline pode alarmar seus níveis de estresse. 

Por isso, em dias como este, opte por desligar todos os seus aparelhos e peça colaboração aos seus colegas, explicitando a importância de se entregar aquilo a tempo. Se puder, realize suas operações em algum ambiente isolado e silencioso da empresa. Ao fim, volte ao local habitual para interagir novamente com seus colegas. Se isolar para sempre não é uma opção! 

 

Respeite seu horário de saída

Você chegou para iniciar o seu trabalho na hora certa, correto? E por que, então, deveríamos “glamourizar” o fato de você trabalhar além da sua carga horária? Temos o costume de superestimar personalidades que abdicam de suas vidas em função do trabalho, mas o que pode funcionar para um, pode ser que não funcione para você. 

Trabalho excessivo pode prejudicar a sua saúde física e mental. Claro que existem exceções e dias em que as coisas fogem do controle, como citamos acima, e você precisará deixar o trabalho mais tarde que o usual. Entretanto, tenha na cabeça que esses momentos precisam ser devidamente recompensados posteriormente, seja financeiramente ou em forma de folga ou banco de horas. 

 

Se desligue

Cumpriu a sugestão anterior? Parabéns! Mas de nada adianta se você, de alguma forma, está levando trabalho para casa. E por “levar trabalho para casa”, não entenda apenas como levar alguma tarefa para terminar no conforto do seu lar.

Nos referimos também à presença digital forte do trabalho. Desligar as notificações de e-mail ou silenciar grupos de WhatsApp de trabalho por 8 horas são algumas das soluções para fazer com que você se desligue oficialmente do emprego nas suas horas de folga. 

 

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YouTube: muito além de um site de publicações de vídeos, uma crescente plataforma de marketing digital.

YouTube: muito além de um site de publicações de vídeos, uma crescente plataforma de marketing digital. Gosta de ouvir música? Procura tutorial de uma receita? Quer tirar dúvidas sobre algum conteúdo escolar? Ou apenas dar umas boas risadas? Há alguns anos, precisávamos de dispositivos físicos para ter acessos a todos esses conteúdos. Hoje, encontramos todos concentrados em um único local: o YouTube. 

 

YouTube: conheça um pouco mais da história

O site surgiu em 2005, nos Estados Unidos, pelos amigos Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim. Foi fundado quando eles perderam seus empregos na PayPal após a compra pelo eBay. Em apenas um ano, o YouTube se tornou um fenômeno. O site passou a chamar a atenção do Google, que monopolizava o mercado muito timidamente com o Google Vídeos.

Em 2006, a revista americana TIME elegeu “você” como a pessoa do ano. O feito era uma referência ao fato de pessoas normais agora poderem criar os próprios conteúdos e disponibilizar para o mundo inteiro. O site de buscas, então, comprou a plataforma de vídeos pela bagatela de 1,6 bilhão de dólares. 

No Brasil, a crescente do fenômeno YouTube é evidente. Não é preciso trazer dados aprofundados para comprovar isto. O Canal KondZilla, que publica diversos clipes de funk, está prestes a bater 50 milhões de inscritos e é o 9º canal mais popular do mundo. A cantora Marília Mendonça figura na lista das 10 artistas femininas mais visualizadas da plataforma, na frente de nomes como Madonna, Mariah Carey e Lady Gaga. No ano passado, mais de 800 canais do país já contavam com mais de 1 milhão de inscritos. 

Segundo a pesquisa Video Viewers, realizada pelo Google em parceria com o Instituto Provokers e com a Box 1824, o consumo de vídeos na internet cresceu 135% no Brasil nos últimos quatro anos. As horas semanais gastas assistindo a vídeos online já se aproxima da televisão; 19 horas contra quase 25.

 

YouTube: como posso posicionar minha marca?

Mesmo que o YouTube tenha 1 bilhão de usuários ativos, segundo dados do próprio site, existem mercados que são mais abrangentes em relação a ele. Como qualquer nova empreitada, você precisa estudar seu público-alvo e avaliar se ele está inserido nessa plataforma. Feito isso, defina o principal objetivo: vender ou apenas posicionar a marca? A vantagem é que ambos os propósitos podem ser atendidos com produção de vídeos para a página.  

O primeiro passo é definir uma linha editorial para o seu canal. O conteúdo precisa ser assertivo, atrativo, mas, principalmente, relevante para os clientes e de acordo com a proposta da empresa. A linguagem (o que transpassa também na forma de edição) precisa ser pensada, também, considerando o público-alvo. Uma escolha inteligente é que os vídeos sejam apresentados por uma pessoa e não apenas contendo imagens e narrações. Isso ajuda a criar uma identificação com os espectadores. 

O YouTube não tem que ser uma plataforma isolada das outras. Então, se sua empresa possui perfis nas demais redes sociais, utilize para divulgação dos vídeos. Se sua instituição possui mais verba, uma escolha prudente é fazer anúncios. A plataforma permite que você anuncie a produção do seu canal no início do vídeo de outro relacionado, tal qual uma propaganda. 

Mesmo com o anúncio, não deixe de otimizar o seu vídeo. Assim como no Google, o YouTube funciona com a adição de palavras chaves. Então, nomeie com um título atraente, mas que contenha este termo principal. Coloque-o também na descrição do vídeo e nas tags. Isso vai aumentar as chances de seu vídeo ser exibido em alguma busca. 

Um dos principais diferenciais do YouTube é a integração. O telespectador de um canal da internet se sente muito mais parte daquilo do que em relação à televisão. Por isso, esteja sempre atento aos feedbacks dos visualizadores. Mantenha uma interação. Leia e responda a maior parte de comentários que conseguir. Uma boa dica é fazer periodicamente vídeos respondendo dúvidas e destacando comentários dos inscritos. 

A princípio, não se preocupe com números de visualizações ou de inscritos, ainda mais se você não tem condições de patrocinar. Pense o YouTube como uma forma de mostrar domínio e conhecimento no mercado da sua empresa. Isso gera credibilidade! Seu foco principal precisa ser criar um conteúdo interessante para fidelizar esses espectadores e, num futuro bem próximo, transformar isso em venda. 

 

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Atualmente, as nossas principais demandas do dia a dia são resolvidas através de um aplicativo de mensagens instantâneas. Por essa razão, questões que envolvem a segurança destas funcionalidades precisam ser avaliadas. É aí que entra a criptografia.

Mensagens criptografadas: uma medida efetiva para sua segurança! Atualmente, as nossas principais demandas do dia a dia são resolvidas através de um aplicativo de mensagens instantâneas. Desde recados de trabalhos àquela conferida para saber se está tudo bem em casa, estes apps ditam a nossa rotina. Por essa razão, questões que envolvem a segurança destas funcionalidades precisam ser avaliadas. É aí que entra a criptografia.

 

Mensagens criptografadas: o que são?

As mensagens criptografadas são dados que sofreram um processo de codificação para impedir que qualquer outro indivíduo ou sistema que não seja o destinatário tenha acesso àquele conteúdo. Você garante o sigilo absoluto das suas mensagens.

Um exemplo básico para entender como funciona um aplicativo sem criptografia na prática é o Facebook. Ele extrai seus dados de comportamento e suas buscas para filtrar o conteúdo e, principalmente, te apresentar anúncios pagos de acordo com seus interesses. Com a criptografia, nem mesmo presidentes da república ou os próprios criadores dos aplicativos podem ter acesso ao conteúdo que você compartilha.

O processo de criptografia pode ocorrer por dois diferentes métodos. São eles Criptografia de Chave Pública e Criptografia de Chave Privada. Na primeira, uma chave pública é descriptografada pelo usuário com uma chave privada correspondente. Já a outra, são utilizadas duas chaves privadas e, com isso, ambos podem criptografar e descriptografar as informações.

 

Mensagens criptografadas: o centro de um escândalo político

O Telegram foi fundado em 2013 pelos mesmos criadores da VKontakte, a maior rede social da Rússia. Ele surgiu com uma proposta semelhante à do WhatsApp: troca de mensagens instantâneas. No entanto, ainda não conseguiu atingir a mesma popularidade, exceto nos momentos em que o app de Mark Zuckerberg caiu ou foi barrado pela justiça brasileira.

Tanto o WhatsApp quanto o Telegram utilizam a criptografia de ponta a ponta. A diferença é que no primeiro as mensagens e arquivos ficam salvos apenas no celular do usuário. Já no segundo, tudo é guardado nas nuvens da empresa. Com isso, você pode logar e ter acesso completo ao aplicativo de vários dispositivos simultaneamente.

Como diferencial, o aplicativo russo se vende como o mais seguro do mercado, especialmente, pela possibilidade de um chat secreto. No entanto, esta forma de armazenamento causa vulnerabilidades. O fato é que o Telegram foi o aplicativo utilizado pelo atual Ministro da Justiça Sérgio Moro nas conversas vazadas no tempo em que ele era juiz federal e comandava a Operação Lava Jato, responsável pela prisão de diversos políticos e empresários envolvidos em esquemas de corrupção.

A Polícia Federal investiga o caso e a possibilidade de ação hacker é a principal hipótese. No entanto, o Telegram já se defendeu e descartou que o aplicativo tenha sofrido a ação de invasores. Com isso, é provável que o próprio aparelho celular do Ministro tenha sido invadido ou alvo de vírus ou que ele tenha negligenciado algum passo da verificação de segurança em duas etapas do app.

 

Mensagens criptografadas: como se proteger?

Existem aplicativos de mensagens que já utilizam criptografia ponta a ponta para o envio de mensagens. No entanto, você pode realizar isto pessoalmente através de aplicativos de celular e softwares de computador. Atualmente, o algoritmo utilizado para realizar este processo se chama cifra, que converte os caracteres em símbolos ou letras aleatórias, tornando a mensagem ilegível para os que não tem acesso à chave especial.

Entre os aplicativos mais populares que já criptografam suas mensagens, estão o iMessage (serviço de mensagens para usuários de iOS), o Telegram e o WhatsApp, que adotou a medida apenas em 2016. Ainda emergentes em notoriedade, o Signal e o Wickr Me são mais alguns dos exemplos de apps que adotaram a criptografia como medida de segurança.

 

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Recebemos o Selo RA1000, do Reclame AQUI! Entenda a importância deste título.

Reclame AQUI: um bom atendimento é a principal base para um relacionamento saudável com seu cliente. É um ciclo: um atendimento de primeira gera fidelização, que resulta em compras frequentes e a consequente estabilidade do seu negócio. Um levantamento publicado pela Accenture em 2016 revelou que as empresas brasileiras perderam cerca de US$ 217 bilhões devido a atendimentos ruins.

Para “separar o joio do trigo”, existem organizações que avaliam o atendimento das empresas junto aos clientes e, assim, livram os futuros compradores de experiências ruins. A Città Telecom, uma empresa de telecomunicações 100% brasileira que oferece serviços de internet e telefonia, foi uma das instituições a serem contemplados com o Selo RA1000, do Reclame AQUI.   

 

Reclame AQUI e o Selo RA1000

Reclame AQUI utiliza o selo para destacar as empresas com baixos números de reclamação e altos índices de atendimento no Reclame AQUI, portal que apresenta feedbacks dos clientes de diversas marcas. O feito explicita, também, que estas marcas possuem compromisso com o pós-venda e transparecem confiança juntos a seus compradores.

Para receber o selo, é preciso atender aos seguintes critérios: número de avaliações igual ou superior a 50, índice de resposta igual ou superior a 90%, índice de solução igual ou superior a 90%, média das avaliações igual ou superior a 7 e taxa de retorno (a garantia de você contraria o serviço novamente) igual ou superior a 70%.

A triagem do Reclame AQUI é feita por uma equipe de análise de conteúdo. A partir do momento em que uma empresa se torna elegível a receber o selo, esses profissionais passam a monitorar diariamente as reclamações para averiguar a veracidade das reivindicações e evitar que sejam simulações das próprias empresas.

O site desconsidera os elogios gratuitos para a triagem de posts que resultam no ganho do selo. O objetivo do RA1000 é medir a habilidade da empresa em solucionar os problemas do clientes. Para isso, apenas as reclamações são levadas em consideração. Mesmo que uma empresa obtenha todos os critérios listados acima, eles serão desconsiderados caso haja apenas elogios.

A empresa só recebe o RA1000 quando, ao fim do período de análise, não é encontrada nenhum indício que comprometa a legalidade dos depoimentos deixados no site. Do contrário, além de não receber o selo, a empresa pode ter sua conta de avaliações suspensa. Para garantir que a instituição em questão mantenha a qualidade do serviço, o visto é reanalisado e renovado (ou não) a cada duas semanas.

 

Selo RA1000: qual a importância?

Além de uma validação da qualidade do serviço de atendimento, um selo do Reclame AQUI é uma vitrine para novos clientes. Em 2016, ele foi o quinto site brasileiro mais acessado. Neste ano, ele ingressou na lista dos 1000 portais mais influentes do mundo. Ambos os dados são da própria empresa.

O coordenador de marketing da Città Telecom, Thiago Brito, celebrou o recebimento do Selo RA1000: “O Reclame AQUI é uma referência nas questões de atendimento e avaliação de empresa. Nós temos uma participação muito efetiva. De todas as reclamações que recebemos, nós prontamente atendemos. Nosso prazo de resposta é muito rápido e vai diminuir ainda mais devido aos trabalhos que estão sendo executados no setor de atendimento”.

O profissional ainda reforçou a importância de se reconhecer que empecilhos serão inevitáveis, o diferencial é a forma com que eles serão resolvidos. “Sempre haverá problemas em qualquer serviço ou empresa no mundo inteiro. O que acontece é que muitas vezes o cliente fica sem solução. O que a gente faz é deixar o cliente ciente do que está acontecendo e levando a ele a solução”, declarou.

 

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No mês passado, uma empresa de sistemas aeroespaciais e de serviços de transporte espacial dos Estados Unidos lançou os primeiros 60 satélites do sistema "Starlink". O principal objetivo é fornecer sinal de internet banda larga a partir do espaço!

Internet no espaço: agora, a banda larga foi longe demais… Desde meados da década, vem-se discutindo formas de otimizar a velocidade das conexões de internet que abastecem nosso planeta. As previsões para o futuro diziam que isso aconteceria no dia em que conseguíssemos dominar o espaço. O futuro já é agora!

No mês passado, uma empresa de sistemas aeroespaciais e de serviços de transporte espacial dos Estados Unidos lançou os primeiros 60 satélites do sistema “Starlink”. O principal objetivo é fornecer sinal de internet banda larga a partir do espaço, além da redução do custo do lançamento de novas naves e objetos ao espaço.

O Falcon 9, foguete que já é lançado desde 2015 e pioneiro na exploração comercial do espaço, decolou da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral (CCAFS), na Flórida, por volta das 23h30 pelo horário de Brasília. Uma hora após o lançamento, os satélites foram liberados a uma altitude de 440 km e posou em uma balsa ancorada em meio ao Oceano Atlântico.

Para que haja abrangência em toda a Terra, serão necessários mais de 30 lançamentos. Serão 12 apenas para cobrir apenas o território dos Estados Unidos e outros 24 para disponibilizar conexão para as regiões povoadas. Ao todo, quase 2 mil satélites serão necessários para abranger todo o planeta. No entanto, cerca de 10 mil satélites serão adicionados para garantir uma maior capacidade da rede.

 

Internet do espaço: quem são os responsáveis?

A empresa por trás desta iniciativa é a SpaceX. Ela pertence ao magnata Elon Musk, cujo patrimônio ultrapassa os 80 bilhões de reais e o coloca na 36ª posição na lista das pessoas mais ricas do mundo. Fundada em 2002, a firma foi responsável pelo envio do primeiro foguete de combustível líquido à órbita da Terra. O foguete enviado para a missão do Starlink também foi o responsável pelo primeiro pouso propulsivo de um foguete orbital.

Atualmente, a SpaceX é considerada a líder na corrida espacial privada. Com a nova empreitada, a empresa pode faturar até US$ 30 bilhões por ano. O grande objetivo é a captação entre 3% e 5% do futuro mercado global. O valor supera em 50% o estimado pela Nasa para o ano de 2019.

Os investimentos no Starllink podem resultar na conclusão de duas metas bem “simples”: construir uma cidade autossustentável em Marte e uma base na Lua. Nós vemos isso como uma forma para a SpaceX gerar receitas que podem ser usadas no desenvolvimento de foguetes e espaçonaves cada vez mais avançadas”, declarou Elon Musk.

 

Internet do espaço: novidade ainda é recebida com desconfiança

Estima-se que os satélites do Starlink, devido ao brilho, poderão ser vistos a olho nu.  Mesmo com o sucesso da missão, astrônomos alegam que os aparelhos podem ameaçar a visão noturna do cosmos, uma vez que objetos luminosos contribuem para saturar as imagens do espaço, o que poderia atrapalhar o andamento das pesquisas científicas.

Ainda com apenas 60 aparelhos, o número estimado de 12 mil já preocupa estes profissionais. Segundos estudos da Universidade do Alabama, em 20 anos, veremos mais satélites do que estrelas durante a noite. Por essa razão, além das próprias carreiras, os astrônomos defendem a proteção da visão do céu noturno.

Através de publicações nas redes sociais, Musk defendeu os benefícios da ideia, como acesso à internet por pessoas desfavorecidas, e afirmou que o Starlink não impedirá os avanços da astronomia. Apesar da afirmativa, o empresário prometeu que irá trabalhar formas de reduzir o brilho dos satélites.

 

Internet do espaço: o que esperar daqui para frente?

No momento, cerca de 2.100 satélites estão ativos e orbitando na Terra, além dos que estão fora de funcionamento. Como já fora mencionado, a SpaceX tem autorização do governo dos Estados Unidos para mandar mais 12 mil. Para que não ocorram acidentes, a empresa disponibilizou em cada um deles uma tecnologia que previne contra colisões.

A previsão é que, se bem-sucedida a operação, a SpaceX será detentora de mais satélites em órbita do que todos os outros combinados. O tempo máximo estimado é de 2 anos. Ainda faltam diversos lançamentos para que o Starlink comece a funcionar (são 800 satélites para ativação), mas Musk já prometeu que basta apenas uma antena “parecida com uma pizza mediana” para receber o sinal.

 

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Você acredita em amor à primeira vista? E em primeira impressão? Parecem conceitos clichês, mas pensá-los fazem toda diferença para quem busca fidelização. A Prospecção de Clientes é um processo referente ao contato inicial com o seu cliente.

Prospecção de Clientes: um conceito que, se aplicado da forma correta, pode alavancar e muito as vendas da sua empresa. Você acredita em amor à primeira vista? E em primeira impressão? Parecem conceitos clichês, mas pensá-los fazem toda diferença para quem busca fidelização. A Prospecção de Clientes é um processo referente ao contato inicial com o seu cliente.

O principal objetivo objetivo é tratar a forma com que você aborda o seu público. Você deve buscar uma aproximação com seus clientes, estudando seus comportamentos e viabilizando a melhor forma de contato com eles. Seja por telefone ou via e-mail, a equação é proporcional: quanto melhor essa abordagem for feita, melhor serão os resultados das suas vendas.

No nosso último artigo, onde tratamos de Inteligência de Mercado, mencionamos frequentemente a importância de realizar uma prospecção de negócios bem feita. Por essa razão, resolvemos destrinchar um pouco mais desta modalidade nesta matéria. Para realizar uma Prospecção de Clientes de forma assertiva, acompanhe atentamente todas as dicas a seguir!

 

Prospecção de Clientes: conheça o seu público-alvo e o trate como tal

O sonho de todo empresário é colocar no mercado um produto universal, que consiga atingir a todos os gêneros e faixas etárias. Isso, claro, aumentaria suas oportunidades de vendas. Mas a verdade é que vivemos um sistema muito bem segmento e todo item tem, sim, um público-alvo bem definido.

O primeiro passo é estudá-lo e defini-lo de forma minuciosa. Afinal, oferecer algo para quem não tem interesse em adquiri-lo é apenas perda de tempo e dinheiro. Por isso, realize um apanhado aprofundado também do mercado em que sua empreitada está inserida. Com isso, você pode entender as oportunidades de negócios, as previsões positivas e negativas e como os concorrentes estão posicionados (Olha a Inteligência de Mercado aí novamente!).

Um pouco de “pesquisa de campo” também é importante. Aproveite o processo para visitar feiras e eventos relacionados ao nicho da sua empresa. Além de ser importante para entender a situação do mercado e ir de encontro ao público para entender as necessidades, é uma excelente oportunidade de fazer um networking e posicionar a sua marca.

Com todas essas informações em mãos, você já pode começar a definir a abordagem. Essa é a parte mais importante de todo o processo de Prospecção de Clientes. Por essa razão, este primeiro tópico é pré-requisito obrigatório para cumprir as demandas seguintes!

 

Prospecção de Clientes: a internet pode ser sua aliada

Durante muito tempo, a prospecção de clientes foi realizada prioritariamente por telefone ou e-mail. Quem nunca recebeu aquela ligação de DDD 11 ou então, se deparou com a caixa de spam lotada, não é mesmo? Agora, as redes sociais se mostram como elemento essencial para o processo. Primeiramente, defina qual (ou quais) será sua rede social de foco. Se você tem serviços empresariais para vender, priorize o LinkedIn. Se o seu produto é voltado para o entretenimento, o Facebook pode ser a melhor pedida.

Outra sugestão são blogs de conteúdo, como esse aqui que você está acessando neste momento. É uma forma de estreitar o relacionamento com público, oferecendo dicas que têm impacto no dia a dia e mostrando expertises em várias áreas. Anúncios pagos também podem ser uma solução muito eficaz. Eles permitem uma segmentação bem específica que prioriza dados importantes do seu público-alvo.

Lembre-se de que é importante criar uma experiência personalizada para o cliente. Portanto, não coloque robôs para realizar os contatos nas redes sociais ― e nem para encher os comentários de fotos alheias em busca de seguidores. Eles podem até adiantar algumas questões iniciais, mas escale uma pessoa para que a conversa seja fluida e promissora.

 

Prospecção de Clientes: considerações finais

O método é parte essencial do planejamento de vendas. Sem buscar criar uma identificação direta com o público, seu produto ou serviço, por melhor que seja, pode estar fadado ao fracasso. Afinal, são essas mesmas pessoas que são clientes assíduos em potencial e o melhor, ajudam a reforçar a qualidade da sua marca para outras pessoas. O boca a boca ainda é uma ação espontânea de suma importância!

Treine muito bem a sua equipe para uma abordagem rica em informações. Prepare um script, mas também pense em não deixar o contato muito robótico. Não tem escapatória: a maior saída para conciliar uma aproximação que seja natural e muito explicativa é contar com um funcionário que estude e conheça a fundo o produto ou serviço que está sendo oferecido.

Por fim, vale reforçar que a Prospecção de Clientes tem como objetivo final a venda, mas não é apenas sobre isso. O principal foco do processo é conhecer o cliente em potencial e criar um relacionamento com ele. Portanto, nada de posturas “agressivas”. A compra vai surgir se esse primeiro passo for respeitado.

 

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Conhecer perfeitamente cada setor da sua empresa é o primeiro passo para o sucesso de qualquer nova empreitada. Mas, hoje, vamos falar de um processo que pede que você mantenha os dois olhos abertos na concorrência.

Inteligência de Mercado: um olho no peixe e outro no gato… Nos nossos artigos, constantemente reforçamos a importância de manter atualizados os estudos sobre a sua empresa. Conhecer perfeitamente cada setor dela é o primeiro passo para o sucesso de qualquer nova empreitada. Mas, hoje, vamos falar de um processo que pede que você mantenha os dois olhos abertos na concorrência.

Trata-se da Inteligência de Mercado, conhecida também como Inteligência Competitiva ou Inteligência Comercial. De acordo com o artigo Competitive Intelligence through Data Mining Public Sources (Zanasi, 1998), este conceito pode ser entendido como a coleta, análise e aplicação éticas de informações, habilidades, metas e falhas dos concorrentes, considerando também o contexto mercadológico.

É preciso entender que, embora seja uma prática de olhar para o outro, o principal objetivo é aprender com os erros e acertos do adversários e, assim, tentar superá-lo ou pelo menos, chegar a resultados parecidos. A Inteligência de Mercado (não confundir com Inteligência Artificial) deve ser valorizada como um dos pilares de uma prospecção de negócios bem feita.

 

Inteligência de Mercado: comece pelo básico

Se você pensa que obter esses dados é algo muito complexo você está enganado. A melhor forma de ir atrás dessas informações é justamente coletando e analisando cuidadosamente aquilo que eles já fornecem ao grande público. E confessa: você já dá aquela stalkeada básica no concorrente de vez em quando.

Acesse o site, siga nas redes sociais, leia o blog (será que temos algum concorrente lendo isso neste momento?), visite aplicativos corporativos, como Linkedin, e esteja atento a todas as campanhas. Para uma análise aprofundada que te gere, de fato, dados relevantes, você precisa estar por dentro dos produtos, serviços, dos preços, dos elogios, das reclamações… Se sua memória for boa, guarde o slogan do concorrente também!

Não esqueça de fazer o mesmo processo no offline! Visite a loja, esteja à disposição dos vendedores para ser atendido e compre algo. Caso eles tenham atendimento por telefone, ligue também! O importante é receber toda a experiência que eles proporcionam e poder pontuar onde estão os acertos e os erros.

 

Inteligência de Mercado: sua empresa também precisa de atenção

Podemos dizer que a Inteligência de Mercado busca entender os comportamentos e as características de um consumidor de um nicho. Por essa razão, extrair dados da concorrência não é importante apenas para fins de comparação e entendimento de estratégias de mercado. É essencial, também, para você entender as ambições e necessidades do seu público.

Por isso que, além de estar em dia com as jogadas do adversário, você precisa estar por dentro do histórico da sua própria empresa. Dados como número de vendas, tipos de produto ou serviço mais requisitados, valor médio de compras e períodos de pico são essenciais para uma prospecção bem detalhada.

Opte por fazer download de softwares que realizam Gestão de Relacionamentos com o Cliente (CRM). Eles monitoram as interações com os clientes atuais e geram expectativas para os em potencial. Você pode recorrer a programas de gerenciamento de marketing, que extraem esses dados através de blogs e mídias sociais. Outra maneira bem fácil e gratuita é disponibilizar formulários online, como os do Google. Existem instituições que oferecem brindes em troca de responder ao questionário.

 

Inteligência de Mercado: conclusões

O processo deve ser pensado e dividido em quatro etapas essenciais. A primeira gira em torno de estudo e planejamento. Você precisa analisar todo o contexto, seja de um problema ou de um futuro projeto, para se ter noção de quais procedimentos e soluções buscar. A segunda consiste em conseguir as informações necessárias para, então, chegar nas duas últimas partes: gerar inteligência através desses dados e apresentá-los de forma lógica, de entendimento universal e aplicada.

Adicionar a Inteligência de Mercado aos seus processos não é tarefa complexa. No entanto, como qualquer novidade de uma marca, requer estudo sobre o contexto atual da empresa. Isso inclui finanças também. Afinal, dependendo do porte da sua firma, é um investimento que requer compras de softwares mais avançados e contratação de novo pessoal.

Vale reforçar que a Inteligência de Mercado não é sobre espionar o trabalho do concorrente de maneiras pouco ortodoxas, que invadam a confidencialidade do projeto e atrapalhem o andamento das demandas do adversário. Esse conceito é todo baseado nos princípios da ética e do respeito pelo serviço alheio. Jogar limpo é essencial!

 

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