Novidades no mundo da tecnologia e telecomunicação – Blog Città Telecom

Tudo sobre gerenciamento de redes

Tudo sobre gerenciamento de redes

 

 

 

O Gerenciamento de Redes está associado ao controle das atividades e ao monitoramento do uso dos recursos no ambiente da rede. As tarefas básicas desta gerência, resumidamente, são: obter as informações da rede, tratá-las para diagnosticar possíveis problemas e encaminhar as soluções destes problemas.

 

Para cumprir estes objetivos, funções de gerência devem ser embutidas nos diversos componentes da rede, possibilitando detectar, prever e reagir aos problemas que por ventura possam ocorrer.

 

As principais metas do gerenciamento de redes são:

 

 

  • Redução dos custos operacionais da rede
  • Redução do congestionamento da rede
  • Aumento da flexibilidade de operação e integração
  • Maior eficiência
  • Facilidade de uso
  • etc

 

 

Um sistema de gerenciamento de rede é composto de uma coleção de ferramentas para monitorar e controlar a rede, integradas da seguinte forma:

 

 

  • Uma única interface de operador, com um poderoso e amigável conjunto de comandos, para executar as tarefas de gerenciamento da rede;
  • Uma quantidade mínima de equipamentos separados, isto é, que a maioria do hardware e software necessário para o gerenciamento da rede seja incorporado nos equipamentos de usuários existentes.

 

 

O gerenciamento de redes, como já citado na sua definição, não pode ser vista como uma atividade única, ou seja, deve ser observada como uma atividade que pode, além da operação da rede, envolver inúmeras tarefas, como por exemplo:

 

 

  • Controle de acesso à rede
  • Disponibilidade e desempenho
  • Documentação de configuração
  • Gerência de mudanças
  • Planejamento de capacidades
  • Auxílio ao usuário
  • Gerência de problemas
  • Controle de inventário
  • Etc.

 

 

É importante frisar, aqui, que a maior ou menor importância de algumas dessas tarefas estará associada ao tamanho e à complexidade da rede.

 

Modelos de Gerenciamento de Rede

 

 

Os modelos de gerenciamento de rede diferenciam-se nos aspectos organizacionais no que se refere à disposição dos gerentes na rede, bem como no grau da distribuição das funções de gerência. Existem dois modelos adotados para gerência de redes: o Modelo Internet e o Modelo OSI.

 

Modelo Internet

 

O modelo de gerenciamento de rede Internet adota uma abordagem gerente/agente onde os agentes mantêm informações sobre recursos e os gerentes requisitam essas informações aos agentes.

 

 

O padrão Internet SMI (Structure of Management Information) especifica uma metodologia para definição da informação de gerenciamento contida na MIB. O SMI usa um subconjunto de tipos de dados ASN.1. A MIB define os elementos de gerenciamento de informação como variáveis e tabelas de variáveis.

 

Modelo OSI

 

 

O gerenciamento de rede no modelo OSI da ISO baseia-se na teoria da orientação a objetos. Com isso, o sistema representa os recursos gerenciados através de entidades lógicas, as quais recebem a denominação de objetos gerenciados.

 

 

O modelo OSI permite a delegação das funções de monitoração aos agentes. Contudo, as funções de controle ainda ficam relegadas ao gerente, pois o conhecimento relativo à tomada de decisões gerenciais não se adapta para ser codificado em classes de objeto, ao contrário do conhecimento referente à monitoração, que é mais simples, geralmente estático e periódico.

 

 

Existem cinco área funcionais no gerenciamento num ambiente OSI:

 

 

  • Gerência de configuração (estado da rede)
  • Gerência de desempenho (vazão e taxa de erros)
  • Gerência de falhas (comportamento anormal)
  • Gerência de contabilidade (consumo de recursos)
  • Gerência de segurança (acesso)

 

 

Um dos aspectos a serem considerados no gerenciamento OSI é o fato de que tal modelo gera agentes mais complexos de serem desenvolvidos, consumindo mais recursos dos elementos de rede, enquanto economiza o uso da rede, devido a minimização dos pedidos de informações (pollings) necessários para obter dados sobre objetos gerenciados, livrando o gerente para tarefas mais “inteligentes”.

 

 

Gerência de Falhas

 

Falhas não são o mesmo que erros.

 

Uma falha é uma condição anormal cuja recuperação exige ação de gerenciamento e normalmente é causada por operações incorretas ou um número excessivo de erros.

 

Por exemplo, se uma linha de comunicação é cortada fisicamente, nenhum sinal pode passar através dela. Um grampeamento no cabo pode causar distorções que induzem a uma alta taxa de erros. Certos erros como, por exemplo, um bit errado em uma linha de comunicação, podem ocorrer ocasionalmente e normalmente não são considerados falhas.

 

Para controlar o sistema como um todo, cada componente essencial deve ser monitorado individualmente para garantir o seu perfeito funcionamento. Quando ocorre uma falha, é importante que seja possível, rapidamente:

 

 

  • Determinar o componente exato onde a falha ocorreu;
  • Isolar a falha do resto da rede, para que ela continue a funcionar sem interferências;
  • Reconfigurar ou modificar a rede para minimizar o impacto da operação sem o componente que falhou;
  • Reparar ou trocar o componente com problemas para restaurar a rede ao seu estado anterior.

 

A gerência de falhas tem, portanto, três grandes responsabilidades: o monitoramento dos estados dos recursos da rede, a manutenção de cada um dos objetos gerenciados e as decisões que devem ser tomadas para restabelecer as unidades do sistema que possam apresentar problemas. O ideal é que, as falhas que possam ocorrer, sejam detectadas antes que os seus efeitos sejam percebidos.

 

O impacto e a duração do estado de falha podem ser minimizados pelo uso de componentes redundantes e rotas de comunicação alternativas, para dar à rede um maior grau de tolerância às falhas.

 

 

Considerações Finais

 

 

Apesar de todos os esforços realizados, até o momento ainda não se conseguiu dentro dos meios industriais e acadêmicos chegar ao sonhado modelo único/integrado que pudesse atender às expectativas dos gerentes de redes.

 

 

Talvez a utilização do Java permita chegar à solução “ideal”, porém, ainda não é possível afirmar que tal fato seja verdade, pois o uso da linguagem para esse tipo de aplicação ainda é relativamente recente.

 

Telefonia digital – Como tirar proveito dessa tendência

Você já ouviu falar em Telefonia Digital?

 

A um tempo atrás era intitulada como Voip ( voz sobre protocolo de internet) é uma tecnologia que permite com que a voz se transforme em dados e seja enviada pela internet.

 

A Telefonia Digital chegou para facilitar a sua vida, e reduzir custos.

 

Qual a diferença de VOIP para Telefonia Digital? Primeiramente em ambas a voz transita pela internet e usam protocolo IP pronto e para por ai. Mas qual a diferença? É isso que iremos explicar agora…

 

Tecnologia VoIP

 

A tecnologia VoIP é a mais conhecida e divulgada tecnologia de transmissão de voz via internet.

O VoIP foi adotado, inicialmente, para reduzir custos de ligações entre filiais (uma vez que é possível falar gratuitamente entre ramais VoIP, independente de onde eles estejam instalados).

Nessa modalidade, a intenção das empresas era reduzir o custo com ligações entre filiais, economizando ligações telefônicas convencionais.

No VoIP, o sinal de voz analógico é convertido em digital e passa pela rede de internet, do ponto A ao ponto B.

Essa conversão pode ser feita por um roteador (conhecido como ATA – adaptador telefone analógico) para comunicação entre sinal digital e sinal analógico.

Dessa maneira, utiliza-se a conexão de internet para realizar chamadas, mas mantém-se a sua estrutura analógica convencional.

 

 

Telefonia Digital

 

 

A telefonia IP é considerada por muitos o passo seguinte ao VoIP, que promete melhorar as estruturas de comunicação das empresas.

De maneira simples, a telefonia IP conecta um aparelho telefônico a um comutador que integra a voz, transformando-a em um protocolo IP.

A telefonia IP ainda utiliza aparelhos especiais para serem conectados diretamente aos comutadores, que podem enviar e transmitir voz, dados e até mesmo imagens.

Com esse recurso é possível realizar uma integração completa entre as redes de dados e voz.

Com as vantagens da telefonia IP as empresas conseguem ganhar em integração e mobilidade.

Exemplo disso é que telefones podem ser substituídos por softwares que rodam em computadores, tablets e smartphones e podem ser acessados através de conexão com a internet.

 

 

Um Pouco da historia..

A telefonia digital foi inicialmente desenvolvida na década de 1970, mas demorou quase 20 anos para evoluir de uma simples novidade, para um serviço doméstico e empresarial. Agora, essa tecnologia é utilizada por centenas de milhares de pessoas todos os dias.

Desde que apareceu pela primeira vez em meados de 1990, Voip (Voice over Internet Protocol ou Voz sobre IP) tem sido utilizada por um número crescente de pessoas e empresas. No Brasil quase 20% das linhas já são digitais.

Ok, mas quais são as vantagens?

 

Para sua empresa a telefonia digital, juntamente com uma central telefônica digital você poderá tirar vantagens de inúmeras formas.

Toda a configuração da central é feita pelo computador, então não existe aquele problema de o aparelho queimar ou dar defeito e você perder todo aquele trabalho de configuração de ramais.

Os telefones digitais possuem seu próprio IP para autenticação, ou seja, se o funcionário precisar mudar de sala é só ele levar o aparelho telefônico e plugar na rede que a autenticação é automática e o mesmo se mantem com seu numero de ramal intacto.

 

É possível bloquear ligações, encaminhamento automático, mandar mensagem de texto pelo telefone da mesa, identificador de chamadas externas e internas, conferencia telefônicas com vários ramais, e um dos fatores de grande economia para as empresas que possuem filiais em outros locais do Estado, do Pais ou do Mundo é possível fazer uma VPN (Rede Particular Virtual) para ter total privacidade e segurança interligando as empresas dessa forma é possível falar com outra pessoa ou setor da empresa em qualquer lugar do mundo discando simplesmente o seu Ramal e com custo zero.

Não é fantástico???

 

 

A Città telecom usa em sua rede de fibra ótica a tecnologia da Telefonia Digital em 100% da sua estrutura, onde ligações Città para Città são gratuitas entre as empresas.

Por que Telefonia Digital na minha empresa?

 

 

Hoje em dia os consumidores são mais exigentes, o mercado cada vez mais exigente e a concorrência cada dia maior. Para empreender com sucesso o empresario precisa estar antenado e preparado para as novas tecnologias e realidade do mercado.

 

Diante de uma enorme gama de tecnologias e tendências disponíveis no mercado é preciso analisar quais delas realmente podem ter um impacto positivo e expressivo nos negócios.

 

O modelo de telefonia Digital tem sido implementado na comunicação das empresas para reduzir custos e garantir sigilo e proteções nas informações internas da empresa. Lidar com recursos limitados é o principal desafio das Start ups e PMEs por esse motivo especificamente essas empresas precisam focar intensamente na redução de custos.

O velho, antigo e sábio critério da eficiência fazer mais com menos esta presente em todas as organizações do mundo e é neste caminho que a tecnologia entre a nosso favor, otimizando processos e reduzindo gastos.

 

“Reduzindo seus custos seu produto final fica mais competitivo no mercado.”

 

Diferença entre Ramal Digital e Ramal Analógico

 

 

Basicamente no mercado, esta a venda 2 tipos de ramais, os Analógicos (Menor Custo), os Digitais IP’s (Melhor Custo x Benefício), cada tipo de ramal possui seus benefícios e desvantagens, que vão desde alto valor de investimento à qualidade de tecnologia escolhida, porém também devemos nos atentar, quando devemos empregar certo tipo de ramal, listamos aqui algumas diferenças

 

 

RAMAL DIGITAL

  • – Funcionalidade: Usado via rede, ou seja, funciona como um host na rede, que possui ip, mascara de rede e gateway default;
  • – Usa o protocolo SIP de comunicação para sinalização da chamada, como indicar que um ramal está tocando ou está “ringing” e o protocolo RTP para tráfego do áudio;
  • – Possui muitas outras funções como chamada em espera e conferência, e por isso são mais caros que os ramais analógicos, sem falar na qualidade do áudio que é bem melhor;
  • – Chamada é trafegada através de um sinal digital.

 

RAMAL ANALÓGICO

 

  • – Funcionalidade: Funcionam apenas como “terminais” que apenas recebem/enviam um sinal vindo por um cabo telefônico (feito de cobre);
  • – Não possuem funções avançadas como chamada em espera ou conferência, por exemplo;
  • – Não possuem interface Web, nem configurações de rede;
  • – Chamada é trafegada através de sinal analógico.

 

 

Conclusão

 

 

Se você ou sua empresa quer estar antenado em tecnologia de ponta e reduzir os seus custos

seguir esta tendência é primordial.

Além da Telefonia Digital lembre-se que os aparelhos telefônicos e a central precisam ser digitais para uma experiência mais vantajosa.

 

Geralmente o Pay Back desse investimento é muito rápido, além de continuar economizando você terá a grande vantagem das estações de ramais digitais.

 

Então é basicamente isso pessoal, se ficou alguma duvida entre em contato conosco.

Telecom – As principais tendências e inovações

O que é telecom?

O conceito de telecom abarca todas as formas de comunicação à distância. A palavra inclui o prefixo grego tele, que significa “distância” ou “longe”. Como tal, a telecomunicação é uma técnica que consiste na transmissão de uma mensagem de um ponto para outro, geralmente com a mais-valia de ser bidireccional. A telefonia, o rádio, a televisão e a transmissão de dados através de computadores fazem parte do sector das telecomunicações.

 

Foi o físico inglês James Clerk Maxwell quem implementou as bases para o desenvolvimento da telecomunicação, ao introduzir o conceito de onda electromagnética para descrever através das matemáticas a interacção entre a electricidade e o magnetismo. Posto isto, Maxwell terá afirmado que era possível propagar ondas pelo espaço livre ao utilizar descargas eléctricas, algo que viria a ser comprovado por Heinrich Hertz em 1887.

 

A história das telecomunicações começou a desenvolver-se na primeira metade do século XIX, com o telégrafo eléctrico (que permitia enviar mensagens com letras e números). Posteriormente, apareceu o telefone, que veio acrescentar a possibilidade de comunicar com recurso à voz. Com as ondas de rádio, a comunicação sem fios chegou para fazer uma autêntica revolução nos hábitos da humanidade.

 

Não há dúvida de que as inovações tecnológicas na área das telecomunicações não se ficaram por aí, pois são uma constante e não param de fazer furor. O modem possibilitou a transmissão de dados entre computadores e outros dispositivos, constituindo assim o ponto de partida para o desenvolvimento da Internet e outras redes informáticas.

 

Hoje em dia, as telecomunicações são parte integrante de um ramo industrial que move, anualmente, milhões de euros em todo o mundo.

 

Telecom- Tendências na área em 2016

Segundo Alexsandro Santos, Diretor da AWA Solutions. Atualmente grande parte das maiores empresas e fortunas têm relação com tecnologia, e estamos apenas no começo de uma grande mudança nos padrões sociais.

 

As telecomunicações, o uso da mobilidade, linhas, internet, nuvem e dispositivos (celulares, tablets, notebooks) estão mudando o mundo, os negócios e a forma de atuação das empresas.

 

TEM (telecom expense management), a gestão de despesas de telecom segue junto com todas essas mudanças, com importância crucial para a viabilização de projetos e estratégias de sucesso.

 

Como prova, conheça as 10 maiores tendências em telecomunicações mundiais, e veja os rumos que os investimentos irão percorrer à partir de 2015:

1. Grandes falhas na seguranças de políticas como BYOD.
A inabilidade e falta de recursos das empresas em gerenciar o tráfego de informações resultará em graves consequências, mesmo para empresas consolidadas.

 

2. A mobilidade crescerá ainda mais em importância à partir de 2015.
O aumento das parcerias internacionais e a diminuição das distâncias virtuais irá requerer serviços de gestão de mobilidade em vários ramos de atividade. TEM deverá englobar a expansão da mobilidade sem fronteiras e oferecer serviços adequados a essa demanda.

 

3. As taxas de roaming chegaram pra ficar.
No entanto, com o avanço da mobilidade e o trabalho móvel em campo ficando tão comum, as operadoras estão sendo obrigadas à praticarem tarifas mais razoáveis.
A ideia é a de que haja grande concorrência por esse filão até então pouco explorado.

 

4. O monitoramento em tempo real irá se tornar cada vez mais requisitado.
Os gastos com linhas, planos e roaming frequentemente podem causar surpresas no final do mês. A preocupação das empresas é grande, e sistemas de monitoramento do uso estão em pleno desenvolvimento para que os problemas sejam corrigidos no menor tempo possível, e não depois de meses de gastos exorbitantes.

 

5. A privacidade de BYOD será aprofundada.
Com diversos casos pelo mundo de rompimento da segurança de dados indo aos tribunais, questões intrínsecas ao uso de dispositivos próprios irão se intensificar nos próximos anos. Perguntas como : Qual o direito da empresa, se o funcionário paga a conta integral de seu celular? Qual o limite entre a utilização dos dados corporativos?
Pesquisas indicam que 80% dos profissionais se preocupam com a privacidade dos dados em seus dispositivos (histórico de navegação, localização gps e relatório do uso de aplicativos). Os próximos anos serão definitivos para chegarmos a uma regulamentação da prática de BYOD.

 

6. Ainda sobre BYOD – Quem afinal, deve pagar a conta?
A linha difusa entre o consumo de dados e voz para o trabalho ou uso pessoal ainda não está bem firmada. Práticas são testadas, como planos corporativos, relatórios detalhados, monitoramento, reembolso de ligações, bolsas, etc.
Mas muitas empresas ainda não sabem como mensurar das despesas e forma justa , e muitos funcionários se sentem lesados com as decisões infundadas de algumas gestões. Certamente a tensão irá aumentar nesse sentido nos próximos anos, já que o BYOD veio definitivamente, para ficar.

 

7. Empresas irão buscar soluções rápidas e intuitivas.
Soluções que possam abranger toda a gama de profissionais presentes, e que não causem transtorno na fase de implementação e nem exijam alto grau de conhecimento técnico.
Muitos já desenvolvem softwares e aplicativos próprios para suprir essa grande necessidade, mas os provedores TEM terão de se esforçar para encontrar soluções personalizadas

 

8.Os sistemas integrados M2M (machine to machine) estarão em franco crescimento.
Com a evolução das redes, a telemetria (sistema usado para comunicação entre máquinas) evoluiu para dispositivos pessoais. Dados como temperatura, pressão e logística agora fazem parte das funcionalidades dos dispositivos móveis utilizados em campo (engenharia, logística, arquitetura, área da saúde, etc.). Eles farão parte do dia a dia destes profissionais, que irão precisar de suporte seguro, constante e confiável, gerando parcerias entre operadoras e a indústria.

 

9. TEM terá muitos desafios com a nuvem.
Com a evolução da segurança na nuvem, e a crescente adesão do trabalho virtual em servidores remotos, a gestão de despesas deverá oferecer o mesmo suporte já existente em linhas fixas e móveis, para os custos, aplicativos e sistemas de segurança na nuvem.
No futuro, teremos sistemas inteiros de telecom rodando através da nuvem, e até mesmo o uso de linhas fixas e móveis deve diminuir drasticamente. Novas maneiras de tarifação de dados serão desenvolvidas, e a gestão de TEM deverá acompanhar os rumos da inovação.

 

10. A aquisição entre empresas concorrentes e fusões só tende a crescer.
Noticiários sobre a aquisição de uma empresa gigantesca pela sua concorrente já são constantes, mas a tendência é crescer ainda mais. Empresas consolidadas com anos de atividade já são desbancadas por novas startups em áreas extremamente promissoras em tecnologia. Corporações massivas estão sendo criadas do dia para a noite, e a importância das telecomunicações está mais alta do que nunca.
Certamente muitas mudanças virão e impactarão nas rotinas das organizações e usuários finais, e o uso das telecomunicações em nosso mundo promete ser ainda mais intenso, e consequentemente mais oportuno e inovador.

Invista em Segurança – Sua empresa pode estar em apuros

Garantir a segurança das informações passa a ser uma “questão de sobrevivência”. Essa afirmação pode ser evidenciada pelas dezenas de manchetes a que temos acesso em todos os veículos midiáticos sobre ataques cibernéticos, acessos a websites falsos, spams, phishings e fraudes de boletos.

Na era digital em que vivemos, estamos cada vez mais expostos.

Que podem levar a roubo de dados pessoais e corporativos, vazamento de informações bancárias, divulgação não consensual da intimidade, entre inúmeros outros eventos que afetam a segurança tanto física quanto virtual de milhares de pessoas e organizações.

Muitas pessoas têm o costume de achar que as coisas acontecem apenas com terceiros – com aqueles sujeitos que vemos nas manchetes – mas não conosco. A consequência disso é nos tornarmos descuidados diante de uma ameaça iminente que alcança todas as camadas sociais e todos os ramos de negócios.

Perigos do mundo digital

“Os empresários precisam se conscientizar de que os funcionários que trabalham nos computadores têm de ser treinados e alertados sobre as possíveis tentativas de fraudes”, afirma Renato Fridschtein, consultor de marketing especializado em Internet.

No atual mercado é muito difícil uma empresa sobreviver sem estar informatizada e conectada à Internet. Isso cria uma dependência e também a expõe aos riscos e armadilhas que circulam diariamente pela rede.

Os perigos do uso inconsciente de aplicativos virtuais são reais: riscos de roubo, exposição da intimidade, reflexos negativos na vida profissional e complicações gerais na vida pessoal. Todo cuidado é pouco!

Segurança

Hackers e profissionais da área de tecnologia já estão cientes de que as informações que detemos são sinônimo de poder. O acesso ilimitado a dados e documentos, sob domínio de indivíduos maliciosos, resulta em prejuízos – morais, financeiros, profissionais ou psicológicos – imensuráveis.

Devemos todos estar atentos às ações básicas de Segurança da Informação e deter o controle sobre as informações pelas quais somos responsáveis – tanto pessoais quanto corporativas – a fim de afastar qualquer ameaça que comprometa sua vida nos planos físico e virtual.

As ameaças à segurança da informação são relacionadas diretamente à perda de uma de suas 3 características principais, quais sejam:

  • Perda de Confidencialidade: seria quando há uma quebra de sigilo de uma determinada informação (ex: a senha de um usuário ou administrador de sistema) permitindo que sejam expostas informações restritas as quais seriam acessíveis apenas por um determinado grupo de usuários.
  • Perda de Integridade: aconteceria quando uma determinada informação fica exposta a manuseio por uma pessoa não autorizada, que efetua alterações que não foram aprovadas e não estão sob o controle do proprietário (corporativo ou privado) da informação.
  • Perda de Disponibilidade: acontece quando a informação deixa de estar acessível por quem necessita dela. Seria o caso da perda de comunicação com um sistema importante para a empresa, que aconteceu com a queda de um servidor ou de uma aplicação crítica de negócio, que apresentou uma falha devido a um erro causado por motivo interno ou externo ao equipamento ou por ação não autorizada de pessoas com ou sem má intenção.

No caso de ameaças à rede de computadores ou a um sistema, estas podem vir de agentes maliciosos, muitas vezes conhecidos como crackers, (hackers não são agentes maliciosos, pois tentam ajudar a encontrar possíveis falhas). Estas pessoas são motivadas para fazer esta ilegalidade por vários motivos.

Os principais são: notoriedade, auto-estima, vingança e o dinheiro. De acordo com pesquisa elaborada pelo Computer Security Institute, mais de 70% dos ataques partem de usuários legítimos de sistemas de informação (Insiders) — o que motiva corporações a investir largamente em controles de segurança para seus ambientes corporativos (intranet).

 

Invista na sua segurança

As questões que devemos solucionar são: você sabe guardar seus dados corretamente? sua empresa pode confiar que as informações serão mantidas a salvo? Se a sua resposta é “não”, parabéns. Você está consciente dos riscos aos quais está exposto e precisa se preparar para evitá-los.

Mas se a sua resposta a estas perguntas for “sim”, talvez você ainda esteja subestimando as ações que exponham sua vida pessoal e seus negócios às vulnerabilidades.

A partir desses questionamentos percebemos onde se pode encontrar o elo mais fraco desta corrente: nas pessoas. Quando se fala em Segurança da Informação, a área tecnológica é o que logo vem à cabeça, como, computadores, celulares, antivírus e internet.

Contudo, segundo o relatório de serviços de segurança da IBM em 2014, mais de 95% dos incidentes de segurança registrados pelo instituto estavam relacionados a ações humanas.

SCCMT

O processo de análise dos riscos de segurança, geração de relatórios, criação/modernização das políticas de segurança e implementação dos componentes necessários é uma tarefa contínua e complexa, que deve idealmente ser baseada em uma abordagem centralizada para acelerar significativamente o processo de minimização dos riscos.

Com menos tempo de trabalho despendido na auditoria de segurança, o departamento de TI pode focar em processos críticos do negócio, como adaptar-se às mudanças do mercado ou no comportamento do consumidor e melhorar a eficiência das operações da empresa.

O suporte para as recomendações de segurança pode ser encontrado em:

  • Controles físicos: são barreiras que limitam o contato ou acesso direto a informação ou a infraestrutura (que garante a existência da informação) que a suporta.

Existem mecanismos de segurança que apoiam os controles físicos:

Portas / trancas / paredes / blindagem / guardas / etc.

  • Controles lógicos: são barreiras que impedem ou limitam o acesso a informação, que está em ambiente controlado, geralmente eletrônico, e que, de outro modo, ficaria exposta a alteração não autorizada por elemento mal intencionado.

Existem mecanismos de segurança que apoiam os controles lógicos:

  • Mecanismos de cifração ou encriptação: Permitem a transformação reversível da informação de forma a torná-la ininteligível a terceiros. Utiliza-se para tal, algoritmos determinados e uma chave secreta para, a partir de um conjunto de dados não criptografados, produzir uma sequência de dados criptografados. A operação inversa é a decifração.
  • Assinatura digital: Um conjunto de dados criptografados, associados a um documento do qual são função, garantindo a integridade e autenticidade do documento associado, mas não a sua confidencialidade.
  • Mecanismos de garantia da integridade da informação: Usando funções de “Hashing” ou de checagem, é garantida a integridade através de comparação do resultado do teste local com o divulgado pelo autor.
  • Mecanismos de controle de acesso: Palavras-chave, sistemas biométricos, firewalls, cartões inteligentes.
  • Mecanismos de certificação: Atesta a validade de um documento.
  • Integridade: Medida em que um serviço/informação é genuíno, isto é, está protegido contra a personificação por intrusos.
  • Honeypot: É uma ferramenta que tem a função de propositalmente simular falhas de segurança de um sistema e colher informações sobre o invasor enganando-o, fazendo-o pensar que esteja de fato explorando uma vulnerabilidade daquele sistema. É uma espécie de armadilha para invasores. O HoneyPot não oferece nenhum tipo de proteção.
  • Protocolos seguros: Uso de protocolos que garantem um grau de segurança e usam alguns dos mecanismos citados aqui.

Existe hoje em dia um elevado número de ferramentas e sistemas que pretendem fornecer segurança. Alguns exemplos são os detectores de intrusões, os antivírus, firewalls, firewalls locais, filtros anti-spam, fuzzers, analisadores de código etc.

 

Hoje em dia todo cuidado é pouco se tratando de internet!

 

E você o que faz para se proteger?

Metro Ethernet

Rede metro ethernet e seu crescimento no mundo corporativo

Como surgiu a Ethernet:

 

Voltando um pouco na história, criada por Robert Metcalfe em 1793, no PARC (Palo Alto Research Center, da Xerox) que provê a interconexão de estações de trabalho, para troca de dados entre elas e para impressoras).

(UFRJ, núcleo de computação eletrônica)

 

A Ethernet foi uma evolução, idealizada para transmitir dados entre vários computadores utilizando um canal de rádio, porém a medida que o tráfego aumentava a taxa de colisão do canal também aumentava.

 

Devido a este fato, o percentual real de utilização do canal ficava em torno de apenas 18%. Tentando minimizar o problema, idealizado o slotted Aloha, que através de um clock central dividia o tempo em slots e só era possível iniciar uma transmissão no início desta faixa de tempo. Com isto, a utilização máxima do canal ficava em 37%. E assim com todos os erros, acertos e atualizações, começou a revolução do Ethernet.

 

Chegando na Metro Ethernet (Technologia de rede Ethernet em uma rede metropolitana utilizando a escalabilidade, simplicidade e flexibilidade) grandes operadoras começam a se movimentar e/ou já utilizando esta tecnologia, adaptando e adequando sua infra-instrutura.

 

Metro Ethernet e a maior procura do mundo corporativo por custo/benefício  

 

Simplicidade, Performance, segurança são alguns dos conceitos que faz a escolha das redes Metro Ethernet ideal para empresas, simplesmente por propiciar fácil administração da rede, custo reduzido, fácil interconexão e a possibilidade de dimensionamento diferenciado de banda.

 

Protocolos têm sido criados para gerar maior qualidade, segurança e robustez no serviço, aproximando as características de redes tradicionais.
A rápida união das empresas aos seus públicos é um fator importante e decisivo para desenvolvimento do nosso país, assim como crescimento do conhecimento na cultura da população, tornando a tecnologia com estas vantagens um trunfo na manga das operadoras.

 

As empresas estão acostumadas a lidar com circuitos tradicionais, para acesso à internet ou para comunicação entre unidades e filiais. Mesmo com tanta evolução, o acesso tradicional ainda é marcado pelas mesmas tecnologias, sendo elas LCPDs, links dedicados, acessos Frame Relay (tecnologia de comunicação de dados usada para transmitir de maneira rápida e barata) ou MPLS (um protocolo de roteamento baseado em pacotes rotulados).

 

Como funciona uma rede normal e uma rede ethernet e quais a vantagem?

 

Existem diversas práticas para o acesso tradicional:

 

  • Podemos dividir em faixas de velocidade.

 

  • Podemos utilizar em velocidades baixas (até 2 Mbps) modems digitais com cabos de par metálico ( O link é ligado a um roteador com uma interface serial, geralmente um V35 e em alguns casos G.703).

 

  • Para velocidades pouco superiores, é normal utilizar links múltiplos de 2 Mbps, ou seja, um acesso de 4 Mbps será entregue em 2 links de 2Mbps, um acesso de 8 Mbps será entregue em 4 links de 2Mbps e assim por diante.

 

Tornando o acesso mais caro e criando dificuldades para o contratante, uma vez que necessita de um roteador com mais portas para dar conta de todos os links contratados.

 

Há também uma faixa de velocidades pouco popular, os circuitos E3 (34Mbps). Este circuito é mais utilizado por empresas de grande porte e exige que a operadora instale toda uma estrutura de rede SDH (conjunto de equipamentos e meios físicos de transmissão que compõem um sistema digital de transporte de informações) ou rádio.

 

Devido a necessidade de criação desta rede complexa por conta da operadora, os custos costumam ser elevados, isto explica também o porquê desta velocidade não ser comum no mercado.

 

Para velocidades superiores (155 Mbps ou STM1), o acesso é realizado através do SDH. Se comparado à uma porta Ethernet, os custos deste tipo de acesso são muito altos. Além disso, o cliente deverá possuir roteadores especiais, que custam muito mais que roteadores que suportam Ethernet.

 

Como pode ser observado, o acesso tradicional é um modelo muito complicado e caro, cada faixa de velocidade utiliza-se de uma tecnologia diferente, utilizando cabos e interfaces especiais para cada.

 

Comparando os modelos citados acima com um acesso baseado em Ethernet, a principal vantagem é que Ethernet é a mesma tecnologia utilizada dentro do ambiente do cliente, ou seja, na sua rede local, o que garante diversos benefícios.

 

Em uma rede Ethernet, podemos encontrar como principais vantagens o custo, os equipamentos utilizados e a infraestrutura do cliente e que está dividida em 3 segmentos:

 

  • Metro Edge (ou “Borda da Metro”): é o segmento que constitui o primeiro nível de agregação na Metro. Nele, as conexões que deixam o segmento de acesso são concentradas em equipamentos localizados dentro da operadora;
  • Metro Core (ou “Núcleo da Metro”): é um segundo nível de agregação. Ele concentra vários links de equipamentos da Metro Edge que, por sua vez, se conectam com a WAN da operadora ou backbone IP;
  • Metro Access (ou “Acesso da Metro”): é a parte da rede que alcança o cliente final. Utilizada nas aplicações empresariais com um equipamento instalado próximo ou no interior das empresas.

 

(Universidade Luterana do Brasil  – Tecnologia em Redes de Computadores)

 

O custo de uma porta da operadora é muito inferior se comparado ao acesso tradicional, em qualquer velocidade.

 

O acesso no ambiente do cliente (LAN) é feito com cabos UTP, o mesmo equipamento que atende 10 Mbps, poderá atender 100 Mbps ou 1 Gbps. Isto significa que a velocidade pode ser alterada sem que seja alterado o cabeamento do cliente.

 

Os equipamentos de acesso do cliente não necessitam de interfaces especiais, assim um roteador sem muitos features pode muito bem atender a necessidade do cliente. Mesmo um switch de 3 camadas pode atender as necessidades do cliente.

 

E não está só limitada a ser apenas uma tecnologia de acesso. Muitos estudos estão sendo realizados para entender o Ethernet e já é usado também como uma tecnologia de transporte de dados sobre as redes metropolitanas, utilizando a fibra ótica dedicada, garantindo escalabilidade de conexão.

 

Conclusões finais, ufa!

 

O acesso em Metro Ethernet tem várias vantagens em comparação com os acessos tradicionais, mas existe uma vantagem que é perceptível na operação, o custo, pois com uma migração Ethernet são eliminadas diversas camadas de equipamentos. Diversos conversores e/ou adaptadores não são necessários. A rede fica leve, enxuta, veloz, segura e com baixo custo, tendo também uma flexibilidade maior no gerenciamento e manutenção.

 

A Città telecom trabalha constantemente para prover o melhor serviço e trabalhando com a melhor tecnologia em fibra ótica ponto a ponto (Metro Ethernet) até a sala do cliente, sendo um diferencial nosso, pois muitas operadoras só dispõe de fibra ótica na rua e não até o cliente.

 

Conheça nossos planos para empresas de todos os tamanhos em nosso site www.cittatelecom.com.br ou entre em contato com a nossa central de atendimento 3400-5000.

 

(fonte: Wikipedia, UFRJ e Ulbra)

Quais as vantagens da fibra ótica e onde impacta no seu negócio!

Quais as vantagens da fibra ótica e onde ela impacta no seu negócio?

Já conhece a fibra ótica e do que ela é capaz? Iremos aqui falar um pouco desse meio de transporte que está revolucionando o mundo da internet com capacidade de transporte muito além das outras tecnologias e infinitas possibilidades de utilização.

A internet hoje em dia pode chegar de várias formas ao seu negócio, mas muitas pessoas buscam os produtos pela velocidade estampada no encarte. E você? Como faz a sua escolha? Já parou para analisar que existem vários tipos de métodos físicos para transportar esses dados? Pois bem, essa forma de transporte pode dizer muito sobre a qualidade, confiabilidade e instabilidade do serviço de internet.

Existem hoje no mercado diversos tipos de meios físicos para levar a internet até o seu negócio além da fibra ótica, os mais comuns são cabo de cobre “par metálico” ( o tradicional RJ47, aquele cabinho azul de rede) , os cabos coaxais ( o cabo comumente usado para ligarmos na televisão para receber sinal de tv) e a internet via rádio (usada onde não se chega infra via cabo, tem muitas oscilações com interferências do tempo) . A grande diferença da Fibra para os cabos metálicos é que os sinais transmitidos através da fibra possuem menor atenuação (perda da potência dos sinais) e podem viajar por distâncias bem maiores com perdas insignificantes. Além de ter uma capacidade de transmitir informações muito superior com velocidades e taxas superior.

Em uma única fibra é possível atender a demanda de um cliente com telefonia, internet e TV. A fibra ótica não envia os dados como os cabos de cobre, para que a velocidade seja garantida o sinal é transformado em luz. O seu núcleo é feito basicamente de vidro e ao redor é coberto com materiais que protegem a fibra e diminui a refração (perda de luz). O material usado na sua fabricação é muito mais abundante e mais barato que o metal; a transmissão de dados é feita através de feixes de luz que tem a espessura de um fio de cabelo. Com a grande demanda de troca de dados entre as empresas e residências, as antigas metodologias já começaram a ficar obsoletas.

Nessa imagem abaixo temos uma ideia de como a luz trabalha e é enviada pela fibra:

How light travels through fiber optics

Motivos para escolher a Fibra Ótica:

 

Acredito que ficou bem claro para você que a fibra ótica é bastante superior às outras formas de transmissão de dados, não é mesmo? De qualquer forma, iremos descrever  5 motivos pelos quais a escolha da fibra é primordial para que a sua empresa tenha um serviço de ponta. São eles:

  • Velocidade: Uma rede de Fibra, em teoria, não existe limite de velocidade, onde esta, por sua vez é limitada pelas tecnologias atuais, podendo chegar a uma velocidade de 100 Gbps (100.000 megas).
  • Baixa atenuação: Como citado anteriormente, a fibra possui baixíssimas taxas de perda de dados graças ao seu material, e com seu baixo custo, permite levar tais dados a grandes distâncias por preços mais competitivos.
  • Sem interferência: O cabeamento metálico possui interferência eletromagnética que são muito comuns. As fibras são imunes a essas interferências que podem ocorrer por aparelhos eletrônicos e descargas elétricas.
  • Segurança: Graças ao seu sistema de transmissão de dados via luz, qualquer tentativa de captação dentro da fibra é facilmente detectável, para o roubo de dados, é necessário um desvio grande de luz,o que torna o ataque vulnerável inibindo as sabotagens.
    • Roubos e furtos: Os famosos cabos de cobre são altamente visados, trazendo diversos problemas às empresas de telecomunicações, devido aos furtos. O cobre é um material caro e muito visado pelos bandidos, sempre que há roubo, os clientes ficam grande parte do tempo com o serviço interrompido.

Soluções entregues pelo mercado

Iremos descrever de forma fácil e básica como as telecoms que divulgam a venda do serviço como fibra podem entregar a solução para você, notem que no mercado, é possível encontrar diversos tipos de empresas vendendo uma solução de telecom via fibra ótica, mas nem sempre é como você imagina, lembrando que, para que não haja perda e impacta no seu sinal e você consiga ter todas as vantagens mencionadas acima, o serviço deve ser entregue ao cliente final 100% em fibra ótica, mais conhecido como FTTH (Fiber to the home), ou no português, Fibra até a Casa (do cliente).

Soluções entregues pelo mercado

Veja que no caso 1 e 4 a fibra chega até uma caixa ou armário onde geralmente fica instalado na rua ou em uma localização estratégica da empresa; pode ser instalado por bairro ou para  uma determinada área geográfica. A partir desse ponto é levado até o cliente via internet a cabo.

No número 2 – A fibra ótica vai até uma central, que fica instalada no prédio; geralmente na garagem ou em uma sala especifica,dependendo da estrutura. A partir desse ponto,sobe para as salas ou apartamentos podendo ser essa finalização via fibra ou não.

Numero 3 – Melhor dos mundos, a fibra vai até o equipamento na sala do cliente. Dessa forma existe a garantia de que todo o seu transporte seja por meio da Fibra Ótica, garantindo assim sua qualidade e segurança.

Além da fibra ótica como meio físico, existe também a tecnologia em que esses dados vão navegar por elas. E a mais comumente usada é Metro Ethernet.

Um estudo feito nas áreas metropolitanas indica que o uso de dados está atualmente superior aos de voz e a Metro Ethernet é o desenho feito justamente para atender a grande demanda das metrópoles, por dados de baixo custo e de simplicidade na integração e padronização de protocolos.

Serviços à disposição da Fibra

Os serviços mais contratados por meio da fibra ótica são serviços que demandam alta capacidade de transmissão de dados, entre eles:

Banda Larga de 30 a 200 megas, Link dedicado / acesso dedicado de até10Gbps, telefonia fixa ou tronco E1 com melhores tarifas, circuito ponto a ponto ( LAN to LAN, Clear Channel, MPLS, VPS).

A banda larga é um link de internet compartilhado, onde esse mesmo link será dividido entre vizinhos ou empresas na região.

Link Dedicado é um serviço especialmente desenvolvido para o setor corporativo. Esse link é exclusivo e sem compartilhamento, a banda contratada é a mesma entregue e as taxas de download e upload são iguais, ideal para quem não pode depender de oscilação de velocidade da rede e envio de muitos arquivos.

Circuito Ponto a Ponto: Solução que interliga o ponto A ao ponto B , podendo ser local ou de grande distância, transparente a protocolos, podendo ser trafegado qualquer informação desejada. Apenas a receptora poderá reconhecê-los. Esse serviço é muito comum para interligar filiais e empresas que possuem um sistema compartilhado.

Em breve faremos um post detalhando o funcionamento de cada serviço.

Conclusão

A Fibra Ótica já está presente no Brasil, onde a tecnologia vem avançando muito rapidamente.

Se você ainda não usa internet via fibra, em breve irá acabar aderindo, a cada dia que passa cresce a necessidade do mercado de transferência de grande volumes de dados, somente com a fibra você conseguira ampliar a banda da internet, potencializar a velocidade e a capacidade de encaminhamento de dados seja para trabalhar, se divertir, se informar ou se entreter pois como a tecnologia é de ponta as vantagens são enormes.

Nem todas as telecons possuem o serviço via Fibra em seu portfolio para atender as demandas do mercado, somente as telecom mais avançadas tecnologicamente podem oferecer o serviço.

Espero que tenhamos esclarecido todas as suas dúvidas referente a fibra ótica!

Se ainda tiver alguma dúvida, entre em contato conosco, estaremos mais que a disposição para ajudá-los!

Dia Internacional das Telecomunicações – 17 de Maio

Alô! Alô! Quem fala?
Hoje é o Dia Internacional das Telecomunicações!

Telecomunicação é uma forma de estender o alcance normal da comunicação (tele em grego significa “distância”) e a palavra comunicação deriva do latim communicare, que significa “tornar comum”, “partilhar”, “conferenciar”.
O dia 17 de maio foi eleito como Dia Internacional das Telecomunicações porque, nesse dia, em 1865, foi fundada a União Telegráfica Internacional, que na década de 1930 transformou-se na União Internacional de Telecomunicações (UIT).
Tudo começou com o telégrafo e evoluímos até a popularização da Internet, a rede mundial de computadores que fez do planeta um lugar sem fronteiras geográficas, onde o longe não existe. É maravilhoso poder ter amigos de várias nacionalidades, este fenômeno nunca foi visto nem experimentado na nossa história.

Vamos agora voltar no tempo e ver as datas mais importantes que contribuíram para a evolução dos meios de comunicação:

  • 1840 – Samuel Morse registra a patente do telégrafo elétrico. Baseado em um código binário de pontos e traços (o chamado Código Morse), mensagens eram enviadas rapidamente a grandes distâncias. A repercussão foi imediata, em pouco tempo o mundo todo estava utilizando o telégrafo.
  • 1850 – Um cabo submarino construído no canal da mancha liga França e Inglaterra para transmissões telegráficas.
  • 1866 – O primeiro cabo submarino transatlântico para transmissões telegráficas é construído ligando Europa à América! Um grande avanço, diminuindo a distância geográfica entre países.
  • 1865 – No dia 17 de maio é fundada em Paris a União Telegráfica Internacional. Na década de 30, transforma-se na União Internacional de Telecomunicações (UIT).
  • 1876 – Alexander Graham Bell registra a patente do telefone. A invenção do telefone foi revolucionária, o aparelho contém um microfone que converte as ondas sonoras (voz humana) em impulsos elétricos.
  • 1879 – D. Pedro II autoriza o funcionamento da primeira Empresa de Telefonia no Brasil. Os primeiros telefones começam a funcionar na cidade do Rio de Janeiro.
  • 1890 – Heinrich Hertz fez mais uma descoberta importantíssima: as ondas eletromagnéticas! Que permitiu futuramente a invenção do rádio! Tornou-se extremante popular depois da primeira guerra, era o início da era de ouro do rádio!
  • 1922 – Primeira transmissão radiofônica no Brasil.
  • 1926 – Inglaterra e os Laboratórios Bell, nos Estados Unidos, apresentam pela primeira vez a televisão.
  • 1950 – Assis Chateaubriand foi o responsável por trazer a televisão para o Brasil. O primeiro programa da TV brasileira aconteceu no dia 18 de Setembro, e foi transmitido pela TV Tupi.
  • 1958 – Com o objetivo de impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico e militar nasce a ARPA – Advanced Research Projects Agency – que precursora da Internet.
  • 1976 – Steve Jobs apresenta o primeiro computador pessoal, o “Apple Computer”.
  • 1978 – A telefonia móvel celular é ativada no Japão. As estações de telefone móvel são interligadas entre si, por cabos de fibra ótica ou por ondas de rádio terrestres e o sinal recebido pelo telefone móvel vem dessas estações.
  • 1993 – Moisac, o primeiro grande navegador gráfico é apresentado ao público.
  • 1995 – A Rede Mundial de Computadores, a internet, é implantada no Brasil.

 

Para saber mais acesse

http://www.smartkids.com.br/data/17-maio-dia-internacional-das-telecomunicacoes

A Città está no blog da ALTA Telecom, confira:

Città para ALTA Telecom

Città para ALTA Telecom

 

A Alta Telecom que atua desde 1998 na prestação de Serviços de Telecomunicações e Informática para o mercado corporativo e de Operadoras de Telecomunicações e Data Center, publicou uma matéria recentemente em seu blog,sobre como a situação econômica em que o Brasil se encontra, tem sido uma peça chave para o crescimento de novas ideias e projetos para empreendedores.

Nosso Vice Presidente Executivo Emanuel Barreto Filho, explicou um pouco do nosso plano de expansão para as regiões de Resende e Volta Redonda no Rio de Janeiro, Lorena, Sorocaba e Judiai em São Paulo e e como estamos investindo em segurança de nossa rede e infraestrutura de fibra ótica.

Confira abaixo, no blog da ALTA Telecom, a matéria completa:

http://www.alta.com.br/citta-no-data-center-da-alta-telecom/

Google, criação artística e realidade virtual, Confira:

Originalmente criado como um sistema de modelagem 3D em ambiente virtual, foi expandido e passou a permitir interações artísticas de alta qualidade. Isso evoluiu aos poucoss, até que a Google adquiriu a Tilt Brush em abril de 2015. Aí o sistema foi revolucionado.

O Tilt Brush permite que pessoas utilizando headsets de realidade virtual façam pinturas tridimensionais em ambientes completamente emulados. Com uma série de ferramentas de altíssima qualidade, o aplicativo oferece possibilidades jamais antes imaginadas. A sincronização com o HTC Vive é incrível e garante que os usuários utilizem pincéis em uma das mãos e a paleta na outra.

 

@tecmundo.com

Câmera instantânea “Polaroid” com recursos extras

A conectividade via Bluetooth com iOS, que permite ao usuário controle remoto da câmera, também permite que ajustes mais profundos sejam implementados na hora de tirar uma foto.

Outro aspecto do design do produto, diferente das Polaroids originais, é o uso de um conjunto de LEDs no contorno da lente, usado para calibrar a iluminação conforme as necessidades de cada situação.

A I-1 chega em maio com o preço anunciado por unidade de US$ 300.