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Automação de Processos: O que para os consumidores representa um ganho de tempo, para um empresário significa o aprimoramento dos recursos — o que garante que você fique à frente da concorrência quando se trata de tecnologia — mas, principalmente...

Automação de processos: descubra o que é e como isso pode beneficiar sua empresa!

Automação de processos? Como assim? Queremos te convidar a uma reflexão rápida: quantos processos na sua vida foram consideravelmente encurtados graças à tecnologia? Rapidamente, apostamos que você conseguiu lembrar de, pelo menos, uns cinco, acertamos? Desde compras no supermercado à conclusão de uma encomenda pela internet, essas funcionalidades têm ajudado a adicionar cada vez mais praticidade nas nossas vidas.

 

O que para os consumidores representa um ganho de tempo, para um empresário significa o aprimoramento dos recursos — o que garante que você fique à frente da concorrência quando se trata de tecnologia — mas, principalmente, uma otimização de custos. A este fenômeno deu-se o nome de automação de processos.

 

Trata-se de alocar para máquinas ou equipamentos os processos manuais que antes eram realizados por pessoas. É uma metodologia automática, repetitiva e sem nenhuma interação humana.

 

Pense no dia a dia da sua empresa e em qual tarefa mais “empata” a rotina da firma. Certamente, esse processo já foi automatizado e tem um software ou equipamento à sua disposição no mercado. Este fenômeno pode ser aplicado nos mais variados tipos de empresa e em diferentes portes.

 

Um exemplo bem simples disso: se ao realizar o controle financeiro da empresa, você já trocou a calculadora e o papel por um software que faz tudo automaticamente, a automação de processos já é uma realidade no seu dia a dia.

 

Entre as principais vantagens do fenômeno, podemos destacar o aumento da produtividade, a melhora na qualidade do produto, a redução do tempo de conclusão, o monitoramento completo do processo e o crescimento no rendimento da equipe — afinal, ela estará mais enxuta. A curto prazo, é, sim, um investimento caro, mas não é difícil perceber que os benefícios — e o lucro — aparecerão rapidamente.

 

É exatamente pelo alto valor, vale a pena destacar, que a aplicação da automação de processos precisa de um longo estudo antes de ser aplicada. Além de checar as condições financeiras, você precisa avaliar quais setores da empresa demandam mais urgência nessa transição, refletir sobre como isto afetaria positivamente a qualidade do produto e estabelecer prioridades. Afinal, o objetivo é aliviar o seu bolso, e não criar dívidas ainda mais pesadas.  

 

Investir em tecnologias que permitem a automação de processos ajuda a suprir uma defasagem ainda comum em serviços e produtos: a padronização. Os clientes prezam por comprar a mesmíssima mercadoria a cada aquisição; primordialmente, com a mesma qualidade. Apenas a automação garante que o processo seja feito de forma idêntica durante toda a produção.

 

Entretanto, nem tudo são flores. Uma das principais polêmicas que giram em torno deste processo é a demissão em massa que ele pode vir a causar. Sim, é inegável que pode causar alguns desligamentos, porém, uma parcela considerável desses novos métodos ainda vão depender do trabalho humano. Em muitos casos, a automação gera novos cargos que exigem mais especializações, mas com salários mais altos.

 

Sobre aplicações da automação de processos, podemos destacar a emissão de notas fiscais, monitoramento de logística, gerenciamento de contratos, controle de gastos e folha de pagamento, disparo de mensagens que prestam contas sobre compras e melhorias nos canais de atendimento ao cliente. É uma via de mão dupla: ela traz benefícios tanto para o comprador, quanto para o produtor. Aposte!  

 

Imagine automatizar os principais processos da sua empresa e não obter otimização nenhuma porque a sua internet não dá conta? Não adianta investir em tecnologia de ponta sem uma conexão que nunca te deixa na mão!

 

Por isso, nós da Città Telecom, nos colocamos à sua disposição! Temos diversos serviços e pacotes de internet que beneficiem você e sua empresa. Conte com uma conexão veloz, estável, com sincronia de upload e download e o melhor: com toda velocidade prometida em contrato.  


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Transformação Digital: o amanhã que já chegou

Nos nossos artigos, frases como essa têm se tornado clichê: “o advento das tecnologias mudou a forma de comunicação e de consumo e você precisa se adaptar a isso”. Não, não é falta de assunto. É essencial que os donos de empresa entendam isso, e por essa razão, não nos cansaremos de repetir.

 

Devido ao uso frequente e a nossa consequente intimidade com essas ferramentas, há quem pense que é fácil implementar verdadeiramente as novas tecnologias em um modelo de negócio. No entanto, é um processo que exige estudo e investimento para ser feito da maneira correta, especialmente, se sua empresa já operava antes dessa revolução.

 

É nesse contexto que surge o conceito de transformação digital. Trata-se de um processo de mudança estrutural que se utiliza da tecnologia como objeto central. Os focos são a melhoria do desempenho de uma empresa e a garantia de melhores resultados, otimizando diversos processos e proporcionando uma melhor experiência para todas as partes envolvidas.

 

Os clientes Omnichannel são a principal razão – e necessidade – dessa transformação digital. O atendimento deve dispor de uma convergência entre todos os canais de comunicação de uma empresa, que precisam oferecer uma boa – e de preferência, muito rápida – experiência ao freguês.

 

As operações comerciais no smartphone têm que ser pensadas com um viés parecido com o do entretenimento. Ele quer poder comprar e se informar sobre o produto que você vende com a mesma facilidade com que ele troca mensagens com um amigo ou ouve uma música em uma plataforma de streaming. É isso que o novo cliente mais busca: muita praticidade, pouca dor de cabeça.

 

Mas os compradores não são os únicos beneficiados. O processo da transformação digital também pode ser aplicado no funcionamento da empresa. Se sua corporação possui problemas advindos do trabalho manual e que implicam diretamente na qualidade e no prazo de entrega do produto final, você pode aplicar a automatização de determinados fluxos de trabalho.

 

Em tempos de desemprego batendo a casa dos 12,4%, parece quase desumano propor substituição de trabalho manual. No entanto, a transformação digital cria vários novos cargos que exigem mão de obra humana. Essas vagas vão desde funções complexas que exigem uma maior formação acadêmica a posições que pedem menos experiência. A expectativa é que essa transformação represente uma revolução na educação, com o objetivo de formar profissionais tecnologicamente capacitados sem necessariamente precisar de nível superior para tal.

 

Antes de iniciar o processo de digitalização da sua empresa, é necessária uma pesquisa profunda sobre como a tecnologia já vem sendo aplicada no dia a dia da sua firma para, assim, avaliar como essas ferramentas têm sido úteis, fazer uma triagem sobre quais devem ou não permanecer e, principalmente, perceber quais operações poderiam ser melhoradas com outras inovações.

 

O mais importante é não pensar a transformação digital como um termo do futuro. É entender que essa revolução já está acontecendo, aqui e agora e em uma velocidade gigantesca. Em 2016, apenas 9% das empresas brasileiras eram digitalizadas e a expectativa era que esse número subisse para 72% até 2021.

 

Não concentrar pesquisas e investimentos nisso é certeza de que você e sua empresa ficarão para trás; não amanhã, hoje mesmo.

 

Não dá para falar de transformação digital sem mencionar a necessidade de uma internet com perfeito funcionamento. Você precisa contar com uma conexão segura, veloz e estável, que te ajude de fato a implementar a tecnologia no seu modelo de negócios.

Por isso, nós, da Città Telecom, nos colocamos à sua disposição! Temos planos de internet e telefonia que garantem qualidade, segurança e toda a velocidade que você contratou!

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As regras de etiqueta são um conjunto de táticas e normas que denotam boas maneiras e cordialidade, mas você sabia que existe uma corrente com essas mesmas diretrizes, porém, voltadas ao ambiente de um escritório? É a chamada etiqueta corporativa.

Etiqueta corporativa: dicas básicas de boa convivência no ambiente de trabalho.

As regras de etiqueta são um conjunto de táticas e normas que denotam boas maneiras e cordialidade e nos ajudam a tornar a vida em sociedade mais harmoniosa e cautelosa. No entanto, elas estão sempre associadas a pessoas muito ricas, eventos da alta sociedade ou jantares de gala com chefes de estado.

 

Mas você sabia que existe uma corrente com essas mesmas diretrizes, porém, voltadas ao ambiente de um escritório? É a chamada etiqueta corporativa, que visa melhorar nossa conduta e as relações interpessoais no trabalho.

 

Além da sua formação acadêmica e experiência profissional, o jeito que você se porta diante de um grupo e a sua postura no dia a dia também são fatores que podem te levar a se destacar. Em um mundo onde as concorrências estão cada vez mais acirradas, um bom comportamento pode ser o seu diferencial.

 

Quando te contratam para uma empresa, você tem que estar preparado para representar essa instituição em todos os âmbitos possíveis, inclusive, no seu modo de falar e se vestir. Além disso, você pode, um dia, precisar dessa mesma instituição para te dar referências para um futuro emprego e tudo que você quer é que eles só tenham coisas boas para dizer a seu respeito, não é mesmo?

 

Pensando em te dar essa mãozinha, esse artigo reúne algumas dicas importantes ― e indispensáveis! ― de etiqueta corporativa. Acompanhe!

 

Educação

 

Parece um preceito óbvio, mas, acredite, tem gente que deixa a educação básica em casa. Então, vale a pena reforçar. Existe quem trata apenas seus superiores com cordialidade e esquece que as pessoas da equipe que comandam ou os funcionários de outros serviços também são dignos do mesmo tratamento. Portanto, a regra mais importante da etiqueta corporativa é tratar todos bem, independente da posição na pirâmide hierárquica. E, por último, mas não menos importante: as palavrinhas mágicas (“bom dia, “por favor”, “obrigado”…) também valem ser ditas para todos!

 

Pontualidade

 

Reza a lenda de que atrasos são chiques, mas nem os mais tradicionais manuais de etiqueta defendem essa prática ― pelo contrário, o primeiro deles pode ser facilmente perdoado em caso de emergência, mas, no geral, as demoras não são toleradas. O mesmo serve para o ambiente corporativo. Tempo é dinheiro, então, saber otimizar o seu ― e o das outras pessoas! ― não é apenas uma prova de organização, mas também de respeito e consideração. Por isso, respeite sempre os horários das reuniões, mesmo as internas.

 

Intimidade

 

Com exceção das confraternizações, as regras da etiqueta corporativa condenam demonstrações de intimidade muito efusivas, como beijos e abraços, no dia a dia. Fato é que essa determinação pode variar de acordo com o ambiente em que você trabalha. Existem locais que permitem, sim, uma relação mais descontraída entre os funcionários.  No entanto, existem pessoas que, por exemplo, não gostam de ser abraçadas. O essencial é avaliar cada pessoa e enxergar se ela está aberta a determinados contatos.

 

Desce do palco

 

Todos nós temos os nossos dias de estresse. Seja pelo trabalho ou por problemas pessoais, é normal ter aquele momento em que tudo nos tira do sério. No entanto, nem mesmo o mais desesperador dos problemas justifica uma exaltação. Gritos, ordens dadas em tons alterados e falta de educação são coisas que ninguém é obrigado a aturar. Sem dar show!

 

 

Quando a gente tem um serviço de excelência, no qual pode confiar de olhos fechados, o ambiente de trabalho fica mais harmônico e todas essas regrinhas básicas ficam mais fáceis de serem colocadas em funcionamento, não é mesmo?! Por isso que nós, da Città Telecom, estamos à sua disposição!

 

A gente oferece planos de internet e telefonia que proporcionam qualidade, segurança e toda a velocidade que sua empresa necessita. E o melhor: sem interferência externa e com a garantia de entrega de toda a velocidade prometida!


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Nos últimos meses, uma nova promessa de “enriquecimento” vem tomando conta dos amantes de moeda digital e atingido até os que têm pouca intimidade com o assunto. Trata-se da Initiative Q, uma plataforma israelense que aspira ser “a rede de pagamento do amanhã”.

Initiative Q: o futuro do nosso dinheiro?

O que é Initiative Q? Se você acumula muitos contatos que estão ligados nas últimas tendências da internet, você certamente já recebeu um convite para essa plataforma ou para alguma outra com a mesma finalidade. Apesar de ainda ser motivo de estranheza e desconfiança, é apontada como uma das principais revoluções do meio virtual. E quem pensa que é uma projeção para o futuro, saiba: a moeda digital já é uma realidade.

 

Criptomoeadas / Crypyocurrency

Também conhecido como dinheiro eletrônico, a moeda digital nada mais é que um valor monetário que é creditado ou debitado de forma eletrônica, sem necessidade da utilização de papel moeda nas transações. Inicialmente, ela foi pensada para pagamentos em lojas virtuais e permite criar relações comerciais entre indivíduos das mais variadas partes do mundo.

 

O exemplo mais famoso da iniciativa é o Bitcoin, uma criptomoeda cuja conversão para o real está, atualmente, avaliada em mais de 15 mil. Considerado um dos sistemas econômicos alternativos mais rentáveis, ele surgiu ao público em 2008 e, desde então, ganha cada vez mais adeptos ao redor do mundo. Especula-se que, até 2020, a inflação desta moeda gire em torno de 12,5 milhões por bloco.

 

Initiative Q

Nos últimos meses, uma nova promessa de “enriquecimento” vem tomando conta dos amantes de moeda digital e atingido até os que têm pouca intimidade com o assunto. Trata-se da Initiative Q, uma plataforma israelense que aspira ser “a rede de pagamento do amanhã”.

 

Eles acreditam que dinheiro vivo, cartões de crédito e transações eletrônicas geram gastos desnecessários e, por isso, precisam se tornar obsoletos. Para tal, eles sugerem a criação de uma sistema de pagamento universal que implemente as novas tecnologias e possuem uma moeda única, a “Q”. O valor desta moeda digital, segundo eles, equivaleria ao valor de vários trilhões de dólares.

 

Para participar, não precisa de muito esforço. Basta fazer cadastro no site oficial e convidar mais pessoas para fazer parte do esquema. Não solicita documentos, dados bancários ou números de cartão de crédito: basta apenas fornecer nome e e-mail. Ainda de acordo com o site oficial, a Q adquire valor à medida com que a plataforma se torna popular e, assim, os usuários começam a ser recompensados.

 

Apesar de prometer uma série de tarefas para acúmulos dos Q’s, o envio e recebimento de convites tem sido a única forma de ter acesso ao projeto, o que tem contribuído para sua viralização. Quanto mais pessoas você convida, mais moedas você ganha. Funciona de modo muito similar ao esquema de marketing multinível, que, para funcionar, depende do recrutamento de outras pessoas.

 

Viabilidade da plataforma

Como todo produto que promete um “milagre econômico”, a Q também é recebida com desconfiança. O portal Mashable, importante veículo estadunidense sobre internet e redes sociais, publicou um artigo que aponta a iniciativa como um projeto de marketing genial, porém, inexistente e questiona o fato de eles não apresentarem um produto.

 

Além disso, muitos especialistas questionam a eficácia da aplicação da moeda, que, segundo o fundador Saar Wilf, em entrevista à revista Exame veiculada em novembro de 2018, é esperada que equivalha a um dólar. Estes argumentam que estão vendendo “um sonho” sem explicar como este sistema pode se tornar global.

 

Outro ponto destacado pelos críticos e que ajudaria a atravancar a globalização da iniciativa é a possível guerra que ela travaria com os grandes bancos mundiais, ainda detentores de parte esmagadora das finanças do planeta. Uma moeda digital causaria a obsolescência de cartões de crédito e transferências, o que praticamente inviabilizaria o trabalho destas instituições, que, certamente, preparariam retaliações para frear a popularização da Initiative Q.

 

No mês de novembro de 2018, a Initiative Q declarou uma base de 4 milhões de inscritos. Até o fechamento deste artigo, o valor futuro estimado de uma próxima vaga girava em torno dos 18 mil Q’s, com base em um valor pretendido de um dólar por Q. Se você tem interesse em conhecer melhor a iniciativa e se tornar um dos membros, acesse o site oficial.

 

Por aqui, o futuro também já começou e conexões lentas que são atrapalhadas por fatores externos já virou história! A Città oferece planos de internet e telefonia que garantem qualidade, segurança e toda a velocidade que sua empresa precisa para todas as demandas básicas.

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Planejamento anual: como preparar a empresa pro ano que vem?

“Hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou”… Desde 1971, essa vinheta invade as novas televisões para avisar: o ano está prestes a se encerrar e o novo já se aproxima. Mas para quem empreende ou comanda uma empresa, a musiquinha é apenas um lembrete de que se você ainda não começou a pensar no planejamento anual de 2019, sua empresa pode estar um pouco atrasada!

 

No último trimestre, todas as atenções estão voltadas para as festas de fim de ano e, a menos que sua empresa concentre seus negócios no comércio, são meses em que trazer novidades ou investir em grandes campanhas que fujam desta temática se torna um risco. Por isso, o essencial é aproveitar este período livre de inovações para começar a planejar como será o próximo ano nos principais setores da sua empresa.

 

Se engana quem pensa que esse planejamento a longo prazo funciona apenas para quem tem uma grande instituição para comandar. Independente do porte da sua empresa, uma programação é importante para o crescimento do seu negócio porque traça metas e define etapas. Mesmo que você tenha plena certeza do que pretende fazer pelos próximos 365 dias, predeterminar essas deadlines garante qualidade na execução e reduz o risco de erros.  

 

Pensando nisso e querendo te dar essa forcinha, a gente traz esse artigo com dicas primordiais para você já “virar” o réveillon com o ano inteiro planejado e não ser engolido pela avalanche de demandas que vai chegar junto com 2019. Não espere a musiquinha começar a passar na TV. Olha só!

 

Avalie o ano que está acabando

 

Já diz o ditado: “ano novo, vida nova”. Sim, é real, no entanto, para quem faz negócios, é essencial não ignorar tudo que vigorou durante todo o ano. Isso vale para evitar que os erros aconteçam de novo, mas, principalmente, para realizar manutenção dos acertos.

 

Defina os principais objetivos

 

Passada a fase da avaliação, você já tem uma ideia mais clara do que pode, não pede e do que necessita ser feito para o próximo ano. Portanto, defina quais são os objetivos mais importantes, tendo bem claro o porquê isso precisa ser feito e quais os benefícios isso trará para sua empresa. Junto a isto, trace metas e estipule prazos, mas analise todos os possíveis cenários, para que eles possam ser cumpridos de forma efetiva, porém, cautelosa.

 

Estratégia financeira

 

Um ponto primordial para garantir o sucesso das suas empreitadas é um planejamento financeiro prévio e cauteloso, que considere não apenas as condições do caixa da empresa, mas também a situação econômica do país. Para uma estratégia mais assertiva, procure aliar diversos setores, como o administrativo e de marketing, junto ao financeiro. Busque o lucro!

 

Una sua equipe

 

Uma boa estratégia fica difícil de ser realizada sem uma equipe que esteja em sintonia. Reúna seu time e apresente o planejamento completo, mesmo que seja para pessoas de outros setores. Fazer com que um funcionário entenda o funcionamento da empresa faz com que ele se sinta integrado e, assim, desempenhe sua tarefa de forma mais eficaz.

 

Flexibilidade

 

O planejamento é primordial para ter um ano tranquilo na empresa, mas não podemos esquecer que o contexto social e político pode nos surpreender. Desde uma nova crise econômica a uma nova moda, o ambiente externo pode pedir mudanças ou inviabilizar alguma das suas metas. O único jeito é ser adaptável e se permitir alterações, mesmo que desapegar das ideias originais seja difícil.

 

Ano novo é época de mudanças radicais, mas você não precisa esperar a virada para planejar a sua estrutura de telecom. A Città oferece planos de internet e telefonia que garantem qualidade, segurança e toda a velocidade que sua empresa precisa para começar 2019 com o pé direito!

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Fone poderoso está sendo usado pelos atletas olímpicos

O dispositivo em questão é um fone de ouvido fabricado pela Halo Neuroscience, chamado Halo Sport. Segundo a empresa, o aparelho é capaz de estimular o córtex motor de seu cérebro e colocá-lo em um modo de “hiperplasticidade”.

E o que isso significa?

Simples: ele permite que seu cérebro crie conexões neurais com maior facilidade! Aumentando a eficiência de aprendizado dos atletas.

Isso, por sua vez, traz um melhor tempo de resposta nos comandos enviados do cérebro aos músculos, e “permite aos atletas produzirem movimentos mais precisos, coordenados e/ou explosivos”, com um ganho de aproximadamente 13% de desempenho.

Colocando à prova o fone

Pode parecer difícil de acreditar que um simples fone de ouvido seria capaz de fazer tudo isso né? Mas há um bom número de atletas dispostos a colocar a eficiência do dispositivo à prova.

De acordo com as informações divulgadas pela companhia, temos nomes como Hafsatu Kamara, de Serra Leoa, Mikel Thomas, de Trindade e Tobago, e os atletas norte-americanos Mike Rodgers, Michael Tinsley e Samantha Achterberg.

Com isso, o futuro do Halo Sport Headphones pode ser decidido pelas próximas semanas: caso os atletas que os utilizarem se destaquem por seu desempenho, o aparelho pode se tornar parte integrante do equipamento de treino de todos os outros participantes das próximas olimpíadas.

Por outro lado, se não houver mudanças visíveis, o caro dispositivo de 649 dólares provavelmente vai perder sua maior chance de sucesso.

Veja no vídeo abaixo uma demostração de como ele funciona com a equipe de ski e snowboard dos Estados Unidos:

Novo regulamento facilita acesso de pessoas com deficiência a serviços de telecomunicações

Novo regulamento de Acessibilidade a pessoas com deficiência

 

 

O Conselho Diretor da Anatel aprovou hoje um regulamento com o objetivo de assegurar a acessibilidade a serviços e equipamentos de telecomunicações às pessoas com deficiências auditivas, visuais, motoras e cognitivas em igualdade de condições com as demais pessoas, tanto na zona urbana quanto rural.

O Regulamento Geral de Acessibilidade em Serviços de Telecomunicações de Interesse Coletivo (RGA) beneficiará cerca de 45,6 milhões de brasileiros que declararam algum tipo de deficiência, segundo o Censo de 2010.

Benefícios

Também trará benefícios para um segmento crescente da população: os idosos, que tendem a apresentar deficiências em algum momento ao longo da vida.

De acordo com projeções do IBGE, os idosos representarão 18,7% da população em 2030 ­- hoje constituem 10,8%.

Entre as novas regras, constam a ampliação de funcionalidades e facilidades nos equipamentos usados para telecomunicações e a implementação de melhorias no atendimento das prestadoras, tanto de forma remota quanto presencial.

As empresas deverão, por exemplo, disponibilizar páginas na internet acessíveis e garantir aos seus clientes com deficiências mecanismos de interação como mensagem eletrônica, webchat e videochamada.

acessibilidade-para-deficientes-anatel

As prestadoras terão a obrigação de disponibilizar ao assinante com deficiência visual a opção de receber cópia de documento (contrato de prestação do serviço e contas, por exemplo) em braile, com fontes ampliadas ou outro formato eletrônico acessível, mediante solicitação.

Deverão, ainda, ofertar planos de serviços para pessoas com deficiência auditiva, garantindo que somente sejam cobrados os serviços condizentes com esse tipo de deficiência, e possuir atendimento especializado que possibilite a melhor comunicação às pessoas com deficiência auditiva no seu setor de atendimento presencial.

Centrais de Intermediação de Comunicação

No caso das Centrais de Intermediação de Comunicação (CIC) colocadas à disposição de deficientes auditivos pelas prestadoras para comunicação entre si e com as demais pessoas, há previsão de intermediação por vídeo e por mensagens, de forma gratuita, em tempo integral.

O regulamento unifica dispositivos antes dispersos em outras normas da Anatel e está em conformidade com as proposições da Convenção sobre Direito das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, incorporadas ao arcabouço jurídico brasileiro por meio do Decreto Legislativo nº 186/2008, tendo equivalência às emendas constitucionais.

Para acompanhamento da implantação do regulamento, será constituído um grupo composto pela Anatel e pelas prestadoras, com possibilidade de participação de representantes do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.  

Será ainda criado um ranking comparativo entre as prestadoras, de acordo com as ações de acessibilidades promovidas por elas, com a finalidade de incentivar melhorias no atendimento aos usuários com deficiência.

O RGA entra em vigor na data da publicação e obrigações constantes do Regulamento serão plenamente exigíveis com a sua entrada em vigor, ressalvadas, no prazo de 12 meses, as dispostas no:

  1. a) Título II – art. 9º;
  2. b) Título III – art. 10º e
  3. c) Título IV.

O Anexo II entrará em vigor no prazo de 12 meses, a contar da publicação.

Anexos:

I ; II

4 dicas para reduzir custos em telecom

Em geral, serviços de dados e telecom são despesas consideradas “fixas”, ou seja, não é possível modificar os custos por meio de redução de consumo.

 

 

Mesmo assim, é possível que o gestor de telecom a modele, mantendo-a ainda gerenciável e otimizada, mas gastando menos.

 

 

Preparamos quatro dicas para redução de custos em telecom sem a necessidade de negociação com as operadoras. Vamos a elas:

 

 

1 – Validar a diversidade de fornecedores de telecom.

Ter vários fornecedores não é atrativo para a redução de custos. Por isso, é preciso validar a disposição dos fornecedores detelecom. O mais aconselhável é manter o mínimo necessário, sem esquecer da contingência e buscar um custo por banda menor.

 

 

2 – Utilizar a tecnologia com eficiência.

Não adianta fazer uso de tecnologias que não são necessárias em determinado ambiente da corporação. Embora existam atualmente várias inovações tecnológicas, pensar de forma mais simples pode ser a melhor opção. Os circuitos do tipo MPLSe ADSL, por exemplo, são predominantes no mercado: montar um ambiente com essas duas tecnologias combinadas, mantendo o ADSL em ambientes com risco baixo, é um exemplo de estrutura com custos otimizado.

 

 

3 – Atenção à banda contratada para cada circuito.

Eventualmente, pode ser que alguns ambientes não consumam toda a banda contratada. Nesse caso, ela pode ser reduzida, o que reduz também as contas. Por outro lado, dependendo do contrato firmado com a operadora, é possível aumentar a banda, sem impactar o valor do circuito.

 


4 – Revisar a topologia

Por fim, é importante revisar a topologia para tentar reduzir a quantidade de concentradores. Como os circuitos concentradores possuem maior banda, eles têm também os maiores valores mensais.

 

 

Estes quatro pontos certamente serão bem úteis em uma revisão de topologia de rede.

 

 

Além disso, podem motivar um projeto ainda maior de redução de gastos em telecom.

 

 

Caso sua empresa não possua uma estrutura de telecom madura e robusta, é possível encontrar no mercado empresas especializadas em arquitetura de rede. Fique ligado aqui no blog para mais dicas!

Como o Outsourcing de TI reduz custos?

Atualmente ouvimos falar muito de outsourcing de TI …

Mas afinal o que é o verdadeiro outsourcing?

 

Em termos conceituais o outsourcing é basicamente a transferência das atividades de uma organização para uma empresa terceirizada, ou seja, uma empresa fora da organização.

 

Isto visa gerar valor ao negócio, possibilitando liberar os funcionários da organização para se dedicarem às atividades foco do seu negócio.

 

É importante lembrar que as atividades executadas através de outsourcing devem ser atividades meio e nunca as atividades fins (produto final).

 

No caso da Outsourcing de TI podemos citar um fator complicador a mais: atualmente com a TI cada vez mais próxima das áreas de Negócio, qualquer degradação dos serviços de TI impacta diretamente no produto final das organizações.

 

Na maioria dos casos a gestão de contratos de outsourcing é bastante complexa devendo ser orientado ao desempenho.

 

Em empresas que trabalham com um fluxo muito grande de comunicações, é comum a utilização deste tipo de serviço, já que muitas vezes não existem profissionais capacitados para este tipo de função.

 

Ao invés de construir um núcleo de TI, as empresas preferem contratar o serviço de gestão de TI com prestadores de serviços capacitados, que garantem uma melhor utilização e desempenho deste tipo de serviço.

 

Sobre os tipos de outsourcing

 

temos o offshore outsourcing, onde há a migração dos serviços para um fornecedor fora do país. As organizações geralmente migram os serviços de suporte de infraestrutura e desenvolvimento de software para outros países em desenvolvimento onde os custos com pessoal especializados são atrativos, mas podem esbarrar em falhas de comunicação e adaptação cultural.

 

Já no onshore outsourcing a execução dos serviços continua fora da organização, mas dentro do mesmo país. E por último o outsourcing nearshore onde os serviços estão em países vizinhos ou em regiões geograficamente próximas, semelhante em língua, cultura e fuso horário.

 

Já o outtasking consiste em terceirizar tarefas específicas de uma organização, e não mais um serviço vinculado diretamente ao negócio. Onde há uma terceirização de tarefas a empresa terceira não teria mais função de controle e de comando, sendo responsável apenas pela execução de tarefa.

 

Outsourcing de TI para pequenas e médias empresas

 

Não são somente grandes empresas e multinacionais que procuram os serviços de outsourcing TI de forma estratégica. Nos dias atuais, encontramos empresas de todos os portes e demandas que estão adotando este modelo de solução.

 

Na maioria das vezes, as empresas com menores orçamentos não têm capital para investir em profissionais qualificados na área de TI, sem esquecer-se das demandas internas do próprio negócio. Dessa maneira, o outsourcing pode ser uma alternativa.

 

Algumas vantagens de adquirir uma assistência de outsourcing TI:

 

  • Centralização de incidentes e problemas.
  • Agilidade na solução de ocorrências.
  • Gerenciamento de mudanças no ambiente de TI com utilização de processos de serviços.
  • Gestão da capacidade na execução das atividades.
  • Monitoramento constante e integrado da disponibilidade dos ambientes de outsourcing.
  • Foco nas questões estratégicas e no core business da empresa.
  • Flexibilidade de métodos e ferramentas de trabalho conforme a necessidade do cliente e do ambiente.
  • Acompanhamento constante e atualização conforme evolução tecnológica.
  • Aprimoramento e manutenção da base de conhecimento.

 

Para praticar o verdadeiro Outsourcing de TI a organização cliente deve estar disposta a passar por mudanças e adaptações na sua forma de gerenciar contratos de fornecedores.

 

Deve lembrar que o foco deve ser sempre o desempenho do serviço que é medido por ANS/SLA e não pela quantidade de profissionais disponibilizados pela empresa contratada para a execução do serviço, por exemplo.

 

Com relação às empresas, elas devem ter a responsabilidade de planejar minuciosamente sua capacidade para minimizar possíveis surpresas durante a execução do contrato.

 

Infraestrutura de TI – O que considerar ao estruturar sua

Com as intensas mudanças no cenário mundial a partir da década de 70, o paradigma do processo em massa foi substituído pela tecnologia da informação (infraestrutura de ti).

Nesse cenário, a informação passa a ser a matéria-prima. A lógica de redes e a flexibilidade em reorganizar componentes e processos também são características desse novo modelo. (WERTHEIN, 2000)

No final da década de 90, o surgimento e a consolidação do uso de novas e revolucionárias tecnologias alterou o rumo de execução das atividades tradicionais, lembra como era fazer uma pesquisa antes do Google?

E isso não ocorreu somente no ambiente empresarial, mas também no campo educacional através da educação à distância, das bibliotecas virtuais, do correio eletrônico, da videoconferência, dos portais corporativos, dos fóruns de discussão virtuais e das tecnologias de voz sobre IP, hoje em dia podemos encontrar quase tudo através de alguns cliques.

As organizações para serem inteligentes precisam disponibilizar produtos de qualidade, praticar bom atendimento, adequar sua política de venda, pós venda e preços aos clientes, cumprir prazos predefinidos e estar atentas às mutações do mercado.

Essas exigências forçam as organizações reverem seus valores comerciais, humanos e tecnológicos, o que por si só, não garantem as principais metas organizacionais e a inteligência empresarial. Segundo analistas, mais de 70 por cento de um típico orçamento de TI é gasto em infraestrutura, como servidores, sistemas operacionais, armazenamento e rede.

Acrescente a isso a necessidade de renovar e gerenciar os dispositivos móveis e de estação de trabalho e terá uma série notável de desafios a serem enfrentados pela infraestrutura de TI.

Um trunfo estratégico é a base fundamental sobre a qual o software pode realizar os serviços e as aplicações de usuários que uma empresa precisa para funcionar com eficiência e obter sucesso.

Para muitas organizações, crescimento e desenvolvimentos rápidos em novas tecnologias resultaram em infraestrutura de estações de trabalho e centros de dados extremamente complexas, inflexíveis, e difíceis de gerenciar, com custos embutidos que não apenas são altos, mas também de certo modo fixos, independentemente dos diferentes requisitos de cada empresa.

A visão de otimização de infraestrutura consiste em construir uma infraestrutura e serviços de TI eficientes, seguros e otimizados em uma sequência lógica. Uma infraestrutura de TI otimizada se baseia em padrões e assegura a conformidade com aqueles padrões. Conforme a infraestrutura de TI alcança um novo nível, também gera significativa redução de custos, aumento da segurança e melhorias em disponibilidade e gerenciamento.

O Modelo de Otimização de Infraestrutura da Microsoft

Desenvolvido com as melhores práticas industriais e com as próprias experiências com seus clientes. Ele é baseado no Modelo de Maturidade de Infraestrutura do Gartner e no Modelo de Maturidade de Arquitetura do MIT e ajuda seu público entender e subsequentemente melhorar o estado atual de sua infraestrutura de TI e o que isso significa.

Ele descreve passos que as empresas precisam tomar para entenderem onde estão hoje e então, planejarem e criarem um ambiente de TI que seja bem gerenciado, seguro e eficiente. No seu estágio mais maduro, o departamento de TI é incorporado ao negócio como um ativo estratégico, auxiliando a empresa a crescer e obter o sucesso desejado.

Uma infraestrutura de TI otimizada baseia-se em padrões de TI e assegura a conformidade com esses padrões. Com cada nível de otimização, a infraestrutura de TI também gera significativa redução de custos, aumento da segurança e melhoria da disponibilidade e gerenciamento.

Como qualquer bom investimento, você precisa construí-lo. Aumentar o seu valor ao longo do tempo. E com a ajuda da Thinwork, você pode fazer exatamente isso, com um de seus investimentos de negócios mais significantes, sua infraestrutura de TI.

O primeiro passo para é avaliar em que nível de maturidade a empresa está, dentro do modelo.

Uma vez que o nível atual de maturidade tenha sido estabelecido, o próximo passo é usar o modelo para desenvolver um plano de como progredir através de cada nível de maturidade, a fim de alcançar a meta necessária para obter o máximo benefício nos negócios.

Infraestrutura de TI 2

O Modelo de Otimização da Infraestrutura é formado por 4 níveis:

  • Básico: processos manuais e locais; controle central mínimo; e políticas de TI e padrões para segurança, backup, gerenciamento de imagens e conformidade de implantação e outras práticas de TI comuns inexistentes ou não impostas. A saúde geral de aplicações e serviços é desconhecida devido à falta de ferramentas e recursos. Geralmente, todas as atualizações, implantações de software e serviços são feitos manualmente.
  • Padronizado: A infraestrutura Padronizada introduz controles através do uso de padrões e políticas para gerenciar estações de trabalho e servidores; para controlar a maneira como máquinas são incorporadas à rede, e pelo uso do serviço de diretórios Active Directory® para gerenciar recursos, políticas de segurança e controle de acesso. Clientes em um estado Padronizado constataram o valor de padrões básicos e algumas políticas, porém ainda têm espaço para melhorar. Geralmente, todas as atualizações, implantações de software e serviços de estação de trabalho são fornecido através de intervenção média com custo de médio a alto. Essas organizações possuem um inventário razoável de hardware e software e estão começando a gerenciar licenças. Medidas de segurança são melhoradas através de um perímetro bloqueado, mas a segurança interna pode ainda ser um risco.
  • Racionalizado: A infraestrutura Racionalizada é onde os custos envolvidos no gerenciamento de estações de trabalho e servidores ficam mais baixos e processos e políticas foram otimizados para começar a desempenhar um grande papel no suporte e expansão dos negócios. A segurança é bastante proativa e a reação a ameaças e desafios é rápida e controlada. O uso de implantações sem intervenção ajuda a minimizar custos, o tempo de implantação, e desafios técnicos. O número de imagens é mínimo e o processo de para gerenciar estações de trabalho precisa de pouquíssima intervenção. Esses clientes têm um inventário de hardware e software claro e compram somente as licenças e computadores de que precisam. A segurança é extremamente proativa com políticas e controle rígidos.
  • Dinâmico: Clientes com uma infraestrutura Dinâmica são totalmente cientes do valor estratégico que sua infraestrutura proporciona em ajudá-los a administrar seus negócios eficientemente e ficar à frente dos concorrentes. Os custos são completamente controlados; existe integração entre usuários e dados, estações de trabalho, e servidores; a colaboração entre usuários e departamentos é difundida; e usuários móveis possuem níveis de serviço e capacidades quase presenciais, independentemente da localização. Processos são totalmente automatizados, geralmente incorporados na própria tecnologia, permitindo que o TI seja alinhado e gerenciado de acordo com as necessidades de negócios. Investimentos adicionais em tecnologia resultam em benefícios específicos, rápidos e mensuráveis para a empresa. O uso de software de autoconfiguração e sistemas como de quarentena para assegurar gerenciamento de atualizações e conformidade com políticas de segurança estabelecidas permite que a organização de infraestrutura Dinâmica automatize processos, ajudando assim a melhorar a confiabilidade, baixar custos e aumentar os níveis de atendimento. A avaliação e a evolução do ambiente de TI são feitas atribuindo-se um destes 4 níveis a 5 cenários (ou cargas de trabalho). São eles:

 

  • Gerenciamento de Identidades e Acesso;
  • Gerenciamento de Estações de Trabalho, Dispositivos e Servidores;
  • Proteção e Recuperação de Dados;
  • Segurança e Redes;
  • Processos de TI e Segurança.

 

Cenário 1: Gerenciamento de Identidades e Acesso

O cenário de Gerenciamento de Identidades e Acesso descreve como os clientes devem gerenciar identidades de pessoas e ativos, soluções que devem ser implementadas para gerenciar e proteger dados de identidade, e como gerenciar o acesso a recursos a partir de usuários corporativos móveis, clientes, e/ou parceiros que estejam fora das dependências físicas da empresa.

O cenário envolve tecnologias fundamentais como o serviço de diretórios Active Directory, Active Directory Federation Service, Serviços de Certificados, uso de cartões inteligentes e ferramentas como Integrated Lifecicle Manager 2007.

Tem como objetivos principais:

  • Reduzir o número de identidades digitais, centralizando o gerenciamento das mesmas;
  • Unificar os diretórios (exemplo sistemas de CRM, financeiro, contas de e-mail, contas de rede) garantindo o logon único (Single Sign-On);
  • Reduzir o custo de gerenciamento de contas de usuário;
  • Facilitar a experiência de logon dos usuários;
  • Implantar uma administração baseada em funções;
  • Controle efetivo dos direitos dos usuários em estações de trabalho.

Cenário 2: Gerenciamento de Estações de Trabalho, Dispositivos e Servidores

O cenário de Gerenciamento de Estações de Trabalho, Dispositivos e Servidores descreve como os clientes devem gerenciar estações de trabalho, dispositivos móveis e servidores, além de como implantar atualizações, sistemas operacionais e aplicações por toda a rede.

O cenário envolve produtos como Windows Server 2003 R2, System Center Configuration Manager 2007, System Center Operations Manager 2007, Windos XP SP2 ou Windows Vista em estações de trabalho.

Tem como objetivos principais:

  • Consistência e padronização da experiência em estações de trabalho em toda a empresa;
  • Implantação mais barata e rápida de estações e servidores de rede;
  • Redução no volume de chamadas de suporte;
  • Redução de custos de suporte, operacionais e de manutenção;
  • Respostas pró-ativas aos usuários e antecipação de incidentes;
  • Alto grau de automação em todos os serviços de TI;
  • Aumento significativo na segurança.

Cenário 3: Proteção e Recuperação de Dados

O cenário de Proteção e Recuperação de Dados oferece um gerenciamento estruturado e disciplinado de backup, armazenamento e restauração. À medida que as informações e dados proliferam, as organizações ficam sob pressão crescente para proteger as informações e fornecer recuperação eficaz em termos de custo e de tempo quando necessária.

O cenário envolve tecnologias como Windows Server 2003 R2, Backup do Windows e System Center Data Protection Manager.

Tem como objetivos principais:

  • Definição de uma estratégia de gerenciamento de dados corporativos que gere estabilidade na organização, o que melhora a produtividade;
  • Definição de SLAs (acordos de níveis de serviço), melhorando o relacionamento da empresa com a organização de TI;
  • Adequação aos regulamentos governamentais de armazenagem de documentos;
  • Proteção Contínua de Dados, garantindo a continuidade dos negócios e alta disponibilidade.

Cenário 4: Segurança e Redes

O cenário de Segurança e Redes descreve o que os clientes devem considerar implementar em sua infraestrutura de TI para ajudar a garantir que as informações e comunicações estejam protegidas de acesso não autorizado. Também fornece um mecanismo para proteger a infraestrutura de TI de ataques de negação de serviço e vírus, ao mesmo tempo em que preserva o acesso a recursos corporativos.

O cenário envolve produtos como Windows Server 2003 R2, ISA Server 2006, IAG 2007, System Center Configuration Manager 2007, System Center Operations Manager 2007, linha Forefront e Windows Vista. Tem como objetivos principais:

  • Uma infraestrutura mais estável e segura;
  • Definição de políticas de segurança;
  • Redução nas chamadas de suporte relacionadas a vulnerabilidades;
  • Menor downtime devido a infecções, instabilidade e baixo desempenho de estações de trabalho;
  • Maior produtividade dos usuários;
  • Maior controle e visibilidade sobre cada ativo de rede.

Cenário 5: Processos de TI e Segurança

O cenário de Processos de TI e Segurança (leia mais sobre segurança aqui) oferece orientação de melhores práticas comprovadas sobre como projetar, desenvolver, operar e dar suporte a soluções de maneira eficaz em termos de custo ao mesmo tempo em que atinge alta confiabilidade, disponibilidade e segurança. Embora seja necessária uma tecnologia sólida para atender às necessidades de serviços de TI confiáveis, disponíveis e altamente seguros, a tecnologia por si só não é suficiente: excelência em processo e pessoal (habilidades, funções e responsabilidades) também é necessária.

O cenário envolve metodologias como Microsoft Operations Framework (MOF) e produtos como System Center Configuration Manager 2007.

Tem como objetivos principais:

  • Documentar operações de TI;
  • Gerenciar mudanças no ambiente;
  • Gerenciar configurações dos elementos da rede ;
  • Definição de SLAs para todos os serviços de rede ;
  • Automatizar fluxos de trabalho nos processos de TI e no auto suporte do usuário.

 

Conclusão

Atualmente, uma boa Gestão de Infraestrutura de TI faz com que as empresas tenham um setor de Tecnologia enxuto, funcionando corretamente, sem desperdício de tempo ou de recursos financeiros.

Pode levar uma empresa a economizar, melhorar processos do setor e de outros setores, produzir mais em menos tempo e ter empregados mais motivados a trabalhar. Pois através de uma infraestrutura tecnológica de qualidade, consegue-se criar um bom ambiente de trabalho e com isso motivar os funcionários.

E por estar embrenhada em todos os setores da organização é que a Gestão de Infraestrutura de TI é tão importante.
As operadoras em si não montam infraestruturas de TI, como diferencial, a Città o auxilia e ajuda com dicas e indicações para estar otimizando seu trabalho.