O dispositivo em questão é um fone de ouvido fabricado pela Halo Neuroscience, chamado Halo Sport. Segundo a empresa, o aparelho é capaz de estimular o córtex motor de seu cérebro e colocá-lo em um modo de “hiperplasticidade”.

E o que isso significa?

Simples: ele permite que seu cérebro crie conexões neurais com maior facilidade! Aumentando a eficiência de aprendizado dos atletas.

Isso, por sua vez, traz um melhor tempo de resposta nos comandos enviados do cérebro aos músculos, e “permite aos atletas produzirem movimentos mais precisos, coordenados e/ou explosivos”, com um ganho de aproximadamente 13% de desempenho.

Colocando à prova o fone

Pode parecer difícil de acreditar que um simples fone de ouvido seria capaz de fazer tudo isso né? Mas há um bom número de atletas dispostos a colocar a eficiência do dispositivo à prova.

De acordo com as informações divulgadas pela companhia, temos nomes como Hafsatu Kamara, de Serra Leoa, Mikel Thomas, de Trindade e Tobago, e os atletas norte-americanos Mike Rodgers, Michael Tinsley e Samantha Achterberg.

Com isso, o futuro do Halo Sport Headphones pode ser decidido pelas próximas semanas: caso os atletas que os utilizarem se destaquem por seu desempenho, o aparelho pode se tornar parte integrante do equipamento de treino de todos os outros participantes das próximas olimpíadas.

Por outro lado, se não houver mudanças visíveis, o caro dispositivo de 649 dólares provavelmente vai perder sua maior chance de sucesso.

Veja no vídeo abaixo uma demostração de como ele funciona com a equipe de ski e snowboard dos Estados Unidos: