Uma tecnologia atualmente em desenvolvimento por pesquisadores da Holanda pode, no futuro, trocar as baterias voláteis, perigosas e extremamente caras por opções de baixo custo, mais seguras e ainda amigáveis ao meio-ambiente. A solução encontrada por eles é das mais inusitadas: trocar o lítio por bactérias que ajudam no armazenamento de energia.

As “baterias bioeletroquímicas”, são compostas por duas partes extremamente importantes. De um lado, um módulo de Síntese Elétrica Microbial (MES) absorve elétrons e gera acetato (um sal metálico capaz de armazenar eletricidade). Do outro, uma célula de combustível microbial processa o acetato com a ajuda de processos de redução e oxidação, o que libera a energia novamente para ser usada.

Todo esse processo, é claro, pode ser repetido várias vezes, permitindo o armazenamento e a liberação de cargas de energia como em uma bateria comum, mas até então, só foi possível 15 ciclos (número pequeno para o que temos hoje em dia).

 

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