Metro Ethernet

Como surgiu a Ethernet:

 

Voltando um pouco na história, criada por Robert Metcalfe em 1793, no PARC (Palo Alto Research Center, da Xerox) que provê a interconexão de estações de trabalho, para troca de dados entre elas e para impressoras).

(UFRJ, núcleo de computação eletrônica)

 

A Ethernet foi uma evolução, idealizada para transmitir dados entre vários computadores utilizando um canal de rádio, porém a medida que o tráfego aumentava a taxa de colisão do canal também aumentava.

 

Devido a este fato, o percentual real de utilização do canal ficava em torno de apenas 18%. Tentando minimizar o problema, idealizado o slotted Aloha, que através de um clock central dividia o tempo em slots e só era possível iniciar uma transmissão no início desta faixa de tempo. Com isto, a utilização máxima do canal ficava em 37%. E assim com todos os erros, acertos e atualizações, começou a revolução do Ethernet.

 

Chegando na Metro Ethernet (Technologia de rede Ethernet em uma rede metropolitana utilizando a escalabilidade, simplicidade e flexibilidade) grandes operadoras começam a se movimentar e/ou já utilizando esta tecnologia, adaptando e adequando sua infra-instrutura.

 

Metro Ethernet e a maior procura do mundo corporativo por custo/benefício  

 

Simplicidade, Performance, segurança são alguns dos conceitos que faz a escolha das redes Metro Ethernet ideal para empresas, simplesmente por propiciar fácil administração da rede, custo reduzido, fácil interconexão e a possibilidade de dimensionamento diferenciado de banda.

 

Protocolos têm sido criados para gerar maior qualidade, segurança e robustez no serviço, aproximando as características de redes tradicionais.
A rápida união das empresas aos seus públicos é um fator importante e decisivo para desenvolvimento do nosso país, assim como crescimento do conhecimento na cultura da população, tornando a tecnologia com estas vantagens um trunfo na manga das operadoras.

 

As empresas estão acostumadas a lidar com circuitos tradicionais, para acesso à internet ou para comunicação entre unidades e filiais. Mesmo com tanta evolução, o acesso tradicional ainda é marcado pelas mesmas tecnologias, sendo elas LCPDs, links dedicados, acessos Frame Relay (tecnologia de comunicação de dados usada para transmitir de maneira rápida e barata) ou MPLS (um protocolo de roteamento baseado em pacotes rotulados).

 

Como funciona uma rede normal e uma rede ethernet e quais a vantagem?

 

Existem diversas práticas para o acesso tradicional:

 

  • Podemos dividir em faixas de velocidade.

 

  • Podemos utilizar em velocidades baixas (até 2 Mbps) modems digitais com cabos de par metálico ( O link é ligado a um roteador com uma interface serial, geralmente um V35 e em alguns casos G.703).

 

  • Para velocidades pouco superiores, é normal utilizar links múltiplos de 2 Mbps, ou seja, um acesso de 4 Mbps será entregue em 2 links de 2Mbps, um acesso de 8 Mbps será entregue em 4 links de 2Mbps e assim por diante.

 

Tornando o acesso mais caro e criando dificuldades para o contratante, uma vez que necessita de um roteador com mais portas para dar conta de todos os links contratados.

 

Há também uma faixa de velocidades pouco popular, os circuitos E3 (34Mbps). Este circuito é mais utilizado por empresas de grande porte e exige que a operadora instale toda uma estrutura de rede SDH (conjunto de equipamentos e meios físicos de transmissão que compõem um sistema digital de transporte de informações) ou rádio.

 

Devido a necessidade de criação desta rede complexa por conta da operadora, os custos costumam ser elevados, isto explica também o porquê desta velocidade não ser comum no mercado.

 

Para velocidades superiores (155 Mbps ou STM1), o acesso é realizado através do SDH. Se comparado à uma porta Ethernet, os custos deste tipo de acesso são muito altos. Além disso, o cliente deverá possuir roteadores especiais, que custam muito mais que roteadores que suportam Ethernet.

 

Como pode ser observado, o acesso tradicional é um modelo muito complicado e caro, cada faixa de velocidade utiliza-se de uma tecnologia diferente, utilizando cabos e interfaces especiais para cada.

 

Comparando os modelos citados acima com um acesso baseado em Ethernet, a principal vantagem é que Ethernet é a mesma tecnologia utilizada dentro do ambiente do cliente, ou seja, na sua rede local, o que garante diversos benefícios.

 

Em uma rede Ethernet, podemos encontrar como principais vantagens o custo, os equipamentos utilizados e a infraestrutura do cliente e que está dividida em 3 segmentos:

 

  • Metro Edge (ou “Borda da Metro”): é o segmento que constitui o primeiro nível de agregação na Metro. Nele, as conexões que deixam o segmento de acesso são concentradas em equipamentos localizados dentro da operadora;
  • Metro Core (ou “Núcleo da Metro”): é um segundo nível de agregação. Ele concentra vários links de equipamentos da Metro Edge que, por sua vez, se conectam com a WAN da operadora ou backbone IP;
  • Metro Access (ou “Acesso da Metro”): é a parte da rede que alcança o cliente final. Utilizada nas aplicações empresariais com um equipamento instalado próximo ou no interior das empresas.

 

(Universidade Luterana do Brasil  – Tecnologia em Redes de Computadores)

 

O custo de uma porta da operadora é muito inferior se comparado ao acesso tradicional, em qualquer velocidade.

 

O acesso no ambiente do cliente (LAN) é feito com cabos UTP, o mesmo equipamento que atende 10 Mbps, poderá atender 100 Mbps ou 1 Gbps. Isto significa que a velocidade pode ser alterada sem que seja alterado o cabeamento do cliente.

 

Os equipamentos de acesso do cliente não necessitam de interfaces especiais, assim um roteador sem muitos features pode muito bem atender a necessidade do cliente. Mesmo um switch de 3 camadas pode atender as necessidades do cliente.

 

E não está só limitada a ser apenas uma tecnologia de acesso. Muitos estudos estão sendo realizados para entender o Ethernet e já é usado também como uma tecnologia de transporte de dados sobre as redes metropolitanas, utilizando a fibra ótica dedicada, garantindo escalabilidade de conexão.

 

Conclusões finais, ufa!

 

O acesso em Metro Ethernet tem várias vantagens em comparação com os acessos tradicionais, mas existe uma vantagem que é perceptível na operação, o custo, pois com uma migração Ethernet são eliminadas diversas camadas de equipamentos. Diversos conversores e/ou adaptadores não são necessários. A rede fica leve, enxuta, veloz, segura e com baixo custo, tendo também uma flexibilidade maior no gerenciamento e manutenção.

 

A Città telecom trabalha constantemente para prover o melhor serviço e trabalhando com a melhor tecnologia em fibra ótica ponto a ponto (Metro Ethernet) até a sala do cliente, sendo um diferencial nosso, pois muitas operadoras só dispõe de fibra ótica na rua e não até o cliente.

 

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(fonte: Wikipedia, UFRJ e Ulbra)

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